Entrevistas

Thiago Sauma Gomes


Vamos conhecer a história do Thiago Sauma Gomes, carioca aprovado em primeiríssimo lugar para Supervisor Geral do IBGE. Estudante sempre dedicado, ele encontrou em nossos cursos em PDF a simplicidade e objetividade que estava faltando para direcionar corretamente os seus estudos.

Ponto: Como começou o seu interesse por concursos públicos? 

Thiago: Meu interesse por concursos começou quando voltei do Mestrado que fiz nos EUA em Engenharia de Petróleo. Como o mercado nesse setor se encontrava fechado, não admitia ficar parado esperando que alguma coisa caísse do céu. Como sempre me dediquei muito aos estudos, acabei por desenvolver certa aptidão a fazer exames de modo geral. Portanto, fazer algo que só dependa de mim - estudar e passar em uma prova - acabou me motivando a buscar por concursos públicos. Além disso, todo o salário e a estabilidade que o funcionalismo público oferece serviram como ingredientes a mais para buscar pela aprovação.

Ponto: Como você conheceu o Ponto dos Concursos? 

Thiago: Conheci pela internet. Busquei no Google e vi a existência do site. Depois, busquei recomendações em grupos de pessoas no Facebook que prestam concursos públicos. Reparei que muitos diziam muito bem a respeito do Ponto dos Concursos e resolvi dar uma chance.

Ponto: Como o nosso material contribuiu para a sua aprovação?

Thiago: Sou formado em Engenharia de Petróleo e minha base consiste em Física e Matemática. O concurso do IBGE que prestei tinha como disciplinas específicas Administração e Economia, matérias que eu possuía uma noção muito rasa, longe do meu enfoque acadêmico. Meu maior temor ao ver o edital do concurso foi por onde começar a estudar e no que focar, logo fiquei perdido e sem direção. Por isso, busquei no site do Ponto dos Concursos um material voltado e elaborado especialmente para a minha prova, algo mais personalizado. Não me arrependi da minha escolha. O material foi bastante elucidativo e me serviu como um norte para meu estudo. A linguagem menos pesada apresentada nos PDFs é um diferencial. A partir do material fornecido pude buscar complementar meu estudo por conta própria com maior segurança. Soma-se a isso a existência de um fórum de discussão dos alunos com o professor. Diversas dúvidas puderam ser esclarecidas por meio dessa ferramenta.


Ponto: Esse era seu objetivo final ou ainda vai tentar novos concursos?

Thiago: Esse concurso era um objetivo intermediário. Quero trabalhar e ganhar experiência profissional num curto prazo. Entretanto, tenho em mente alguns concursos para daqui a uns 2 ou 3 anos, como Bacen, Receita Federal, BNDES.

Ponto: Gostaria de deixar alguma dica para os concurseiros que continuam em busca da aprovação? 

Thiago: Ter em mente que a aprovação só depende de nós mesmos e de que não precisamos de terceiros para ter êxito é algo motivador. O resultado está a nossa frente, então basta estudar e ter disciplina. Meu estudo se baseou em ler a teoria e revisá-la de 3 a 4 vezes. Depois, basicamente fiz exercícios de provas passadas da mesma banca. Dediquei-me em torno de 3 a 4 horas por dia durante a semana. Isso pode variar dependendo do tamanho da matéria do edital. Acredito que para qualquer concurso essa é uma receita fundamental.

 

Professor Celso Natale

A maior dificuldade dos alunos que começam a estudar Economia é conciliar dois aspectos ferramentais aparentemente opostos da disciplina: a análise comportamental e o raciocínio matemático. Os novos alunos costumam vir das mais diversas áreas de formação e atuação profissional, raramente reunindo os dois aspectos mencionados em nosso primeiro contato. Surpreendentemente. isso tem se mostrado uma grande vantagem, com base nos resultados que temos alcançado. Talvez pela ausência de preconceitos e de vícios cognitivos esses alunos tenham maior facilidade em compreender e aplicar a abordagem própria de Economia para concursos públicos, saindo-se bem nas provas e conquistando suas vagas.