Entrevistas

Sara Cristina


A história da Sara Cristina Mendonça Teixeira, 27 anos, é de superação e sucesso! Depois de estudar um tempo sem obter resultados, ela buscou a ajuda do coach Bruno Fracalossi para direcionar melhor seus estudos. Hoje, aprovada em 3º lugar para o cargo de Analista Judiciário - Oficial de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia e já empossada, ela vem nos contar a sua história.


Ponto: Sara, quando você decidiu que iria estudar para concursos? Como foi isso?

Sara: Após me formar em Direito em 2011, decidi, primeiramente, prestar o Exame da Ordem apenas para obter a carteira da OAB, pois nunca tive a pretensão de ser advogada. Como eu já era concursada pelo Tribunal de Justiça no cargo de técnica judiciária – nível médio desde 2009, fiquei por alguns anos acomodada, e somente no final do ano de 2013 que decidi direcionar meus estudos para Concursos Públicos.

 

Ponto: O que te levou a procurar a ajuda de um Coach?

Sara: Desde o início dos estudos no final de 2013 e durante o ano de 2014, foquei meus estudos para concursos de Delegado da Policia Civil, pois eu gostava muito da área penal. Contudo, nos concursos prestados, não obtive resultados satisfatórios. Fazia uma pontuação média, porém não era suficiente para aprovação nas outras fases. Como eu estava de licença sem remuneração, meus dias eram voltados totalmente para estudos, e não obter bons resultados me deixava bastante desmotivada. Desta forma, em 2015 decidi voltar a trabalhar e tentar conciliar com os estudos. Foi então que conheci uma colega de trabalho que me indicou o site ponto dos concursos e me mostrou o trabalho de alguns coaches, o que me interessou muito!

 

Ponto: Quais foram as suas maiores dificuldades na sua trajetória de estudos? O Coach te ajudou a superá-las?

Sara: Percebi que minhas maiores dificuldades eram a falta de organização e a estipulação de metas para alcance dos meus objetivos. Com a ajuda do Coach Bruno, consegui organizar o edital do Concurso, especificando as matérias e horários de estudos, o que facilitava muito, pois cada dia eu sabia exatamente o que iria estudar e não me perdia. Além disso, a estipulação de metas semanalmente era um grande incentivo para que eu não deixasse nenhuma matéria para trás, e assim, era possível fechar o edital e até mesmo revisá-lo.

 

Ponto: Você disse que o Bruno te orientou a fazer atividade física e reservar um espaço na sua agenda para fazer alguma coisa que você quisesse muito. Fale um pouquinho disso pra gente.

Sara: Inicialmente, o Bruno me disse que era essencial que eu fizesse alguma atividade física, pois isso ajudaria até no meu desempenho nos estudos. Assim, eu fazia Pilates durante 2 vezes na semana e corria por 40 minutos aos finais de semana. Além disso, o Bruno me perguntou o que eu gostaria muito de fazer e que não fazia por conta dos estudos. Disse a ele, entre várias coisas, que gostaria de fazer aula de violão. Desta forma, ele pediu que eu me matriculasse na aula de violão e assim foi feito! Todas as quartas-feiras, durante 1 hora, eu reservava este tempinho para aprender a tocar violão. De início, achei que fosse atrapalhar na minha rotina por estar perdendo este tempo nos estudos, porém, percebi que fazer algo que eu queria muito e gostava me ajudou a ficar até mais relaxada e ter um rendimento melhor na hora de estudar.

 

Ponto: Com uma rotinha tão apertada, trabalhando o dia todo, como você fazia para organizar seus horários de estudo?

Sara: Durante o dia, eu tinha apenas 3 horas de intervalo. Assim, reservava 1 hora para almoço/descanso e 1h30 para estudar alguma matéria, os 30 minutos restantes era o tempo que tinha para me arrumar e retornar ao trabalho. Na parte da noite, iniciava os estudos às 19h30 e terminava apenas 23h. Eu Tentava cumprir este horário rigorosamente, pois como eu tinha pouco tempo livre, precisava aproveitá-lo ao máximo. Além disso, todos os sábados de manhã eu me reunia com um grupo de estudos para fazer provas de concursos já realizados. Fazíamos a prova e depois corrigíamos e discutíamos os erros. Isso me ajudou muito!! Conhecer os estilos das bancas e o que cada uma mais cobra é essencial. Também aos domingos eu reservava algumas horas para estudar português. Percebi que muitas pessoas não dão valor para essa matéria, porém, obter um bom resultado nela foi fundamental para a minha aprovação.

 

Ponto: Qual mensagem você deixaria para os que continuam na batalha por uma vaga no serviço público?

Sara: Aconselharia a todos que nunca desistam dos seus objetivos. A vida de concurseiro nunca será fácil. Para alcançar o sucesso, passei por momentos de tristeza, desmotivação, raiva, mas sempre tive em mente que uma hora eu conseguiria. Não ser aprovado em alguns concursos faz parte desta batalha. O mais importante é não se abalar e seguir em frente, pois a aprovação com certeza chegará, assim como chegou para mim!