Entrevistas

Simone Miranda


Aprovada em 1º lugar para Analista com especialização em Contabilidade da CONAB

Após 3 anos dedicados ao sonho de se tornar uma servidora pública, Simone Miranda, 27 anos, já está em sua 4ª aprovação. Moradora do estado do Acre, nascida em Brasileia, no interior do estado, ela decidiu em 2008 sair do interior para estudar na capital, em Rio Branco.

A decisão foi carregada de certeza, tanto que buscou meios para alcançar suas aprovações. Além da busca por bons materiais de estudo, ela apostou também na contratação do Coaching do Ponto, com o coach Igor Oliveira, que, segundo ela, foi um ponto diferencial e fundamental em vários aspectos da preparação.

Entre suas aprovações, a primeira nomeação veio em dezembro de 2014, no Tribunal de Justiça do Acre. No concurso da Secretaria de Saúde do Estado do Acre (Sesacre), realizado em dezembro de 2013, a aprovação veio em 5º lugar. Na CONAB em 1º e no Instituto Federal do Acre (Ifac), concurso ainda não homologado, a previsão é de um 2º ou 3º lugar.

Confira aqui como o coach Igor Oliveira ajudou a Simone em suas aprovações:

Ponto dos Concursos – Simone, estudando há 3 anos para concursos, o que foi fundamental para essas últimas aprovações?

Simone Miranda – Certa vez li um artigo que dizia que passamos mais tempo aprendendo a estudar que propriamente estudando. Posso dizer que isso aconteceu comigo. Parte desses três anos “corri” atrás de edital, o que fez demorar certo tempo para a primeira nomeação (Risos). A escolha do material certo e a grande ajuda do Igor foram fundamentais, sem dúvida.

Lembro-me de que, enquanto estava fazendo o coaching, o edital saiu. Então, perguntei ao Igor se ele poderia analisá-lo. Após sua apreciação, ele me disse: “Simone, estudar mais que o inicialmente previsto PODE. O que não pode é estudar MENOS”. E quando saiu outro edital fiz a mesma pergunta, e ele disse: “você está preparada? Você tem certeza de que quer sair do planejamento”? Eu simplesmente confiei nele.

Resultado: deu certo!

Seguindo o planejamento, consegui duas aprovações. Então, aqui vai mais uma lição: é preciso conhecer seu coach e, o mais importante, CONFIAR nele. Há momentos em que precisamos controlar nossa impulsividade de querer fazer as coisas do nosso jeito. Em uma dessas provas que fiz e passei, cheguei a estudar 7h seguidas de Português na véspera da prova. Era sobre redação oficial e não caiu nada sobre o assunto estudado. O Igor disse: NUNCA MAIS FAÇA ISSO!

Ponto dos Concursos – Como você conheceu o coaching do Ponto e como foi a escolha pelo profissional?

Simone Miranda – (Risos...) Aqui começa uma longa história. Sou muito curiosa e por conta disso leio muitos artigos de aprovados. Foi lendo o depoimento, se não estou enganada, do 1º colocado para AFRFB de 2012, que cheguei ao Ponto dos Concursos. Meu sonho não tem preço! Não deu outra, fui atrás do site e comecei a olhar tudo.

Na época tinha saído o edital do TCE-RO. Comprei alguns cursos, dentre eles o do Igor, de Contabilidade Pública. Não sabia direito como funcionava, cheguei a pensar que era aula em vídeo, e só depois de efetuar o pagamento percebi que era PDF. Mas adorei o material e fiquei viciada – muitas questões e todas comentadas. O verdadeiro caminho das pedras (risos).

Eu tinha acabado de entrar no serviço público (Processo Seletivo - Temporário) e tudo indicava que eu veria contabilidade pública na minha profissão. Meu subchefe, inclusive, auxiliou-me na edição de um relatório sobre a convergência da contabilidade e isso aumentou minha curiosidade sobre a matéria.

Bom, não consegui ser aprovada no concurso, mas me saí bem nas disciplinas para as quais havia comprado o material em PDF. Enviei e-mail aos professores agradecendo e o Igor, super gente boa, respondeu. Disse a ele que não fechei Contabilidade Pública, mas cheguei a fechar Português e Raciocínio Lógico. Fato inédito! Depois veio o MPU e eu comprei mais materiais. De novo, comprei o material do Igor. Ele sempre respondia minhas dúvidas, sempre disposto a ajudar.

Depois comecei a ver o coaching, nem sabia o que era isso direito. Tenho um amigo, muito inteligente, que precisava de uma forcinha nos estudos e comecei a passar os artigos do Igor para ele ler. O resultado foi que ele gostou e se inscreveu no coaching. Eu não podia ficar de fora (risos) e entrei em seguida.  Acredito até que minha inscrição foi uma “exceção”, aluna extra (risos).

Ponto dos Concursos – Como você resume sua preparação antes do coaching e após? O que mudou? O que mais aprendeu?

Simone Miranda – Antes eu não tinha firmeza, confiança. Antes era um estudo solto e hoje tudo mudou. Posso dizer que hoje sou uma concurseira profissional (risos). No coaching do Igor você aprende tudo, não só como estudar e quais materiais escolher, mas a ter uma vida saudável: estudos, alimentação, meditação, lazer, exercícios físicos e uma infinidade de coisas.

Para se ter uma ideia, essa semana conversei com uma amiga concurseira que me disse ter dispensado até o psicólogo depois do coaching. Eu cheguei a escrever para o Igor assim: não tenho marido, não tenho filhos, moro sozinha, portanto, o mínimo que posso fazer é render tantas horas no dia. Ele, com toda sua paciência, foi explicando que é impossível dar o pontapé inicial a 220 km/h. Além disso, ele me ajudou a criar o hábito de estudar todos os dias, dando o meu melhor a cada dia e a não se culpar pelo que não deu para fazer, exceto se for por preguiça ou negligência. “O MINISTÉRIO DO CONCURSEIRO ADVERTE: o professor percebe quando o aluno está de mi-mi-mi (fazendo corpo mole)”. (risos)

Ponto dos Concursos – Como era sua rotina de estudos?

Simone Miranda – É importante destacar que antes do coaching eu já havia lido o livro do Willian Douglas, as dicas do Alexandre Mereilles, tive o incentivo do Italo Romano, enfim, já sabia que precisava ter um planejamento e segui-lo. Mas não consegui fazer isso sozinha.

Só após o coaching, passei a estudar em média 3h por dia, duas disciplinas diárias, intensificando aos sábados e domingos.  O Igor me passou a sequência das disciplinas e eu sempre procuro seguir as ordens do “comandante”. Claro, existe certa flexibilidade. Se você está estudando DCO e percebe que a coisa está fluindo bem, vale a pena dar uma “esticadinha”.

Ponto dos Concursos – O que você gostaria de deixar como sugestão para os concurseiros que já estão tentando uma aprovação e ainda não conseguiram obter nenhum sucesso?

Simone Miranda – Não desista! Insista, pois é questão de tempo para sua nomeação sair. Um conselho que ouvi de um colega de trabalho: estude e faça provas, ainda que aquela prova não seja o seu foco. Plante que com o tempo você colherá os frutos. E, por favor, procure estudar pelo material certo. Veja indicações, leia depoimentos dos aprovados. Não compre um material só porque é barato. Vale a pena investir em material de qualidade, pois você ganha tempo. É essencial manter um foco.

Ponto dos Concursos – E o que diria para quem está iniciando os estudos agora?

Simone Miranda – ORGANIZE-SE! Eu tive que aprender a me organizar nos estudos. Dependendo do seu concurso, veja as disciplinas que sempre caem, monte um cronograma e siga-o. Não espere ter um edital na praça para poder começar a estudar. Não fique perguntando para um ou outro quando o edital X será publicado. Quanto mais tempo demorar, mais tempo você terá para estudar.

Tenha HUMILDADE. Galera, essa humildade, como disse Vítor Cruz em uma palestra online, não é sinônimo de submissão. No mundo concurseiro, isso se aplica ao fato de você aceitar que não sabe de tudo. Por exemplo, Vítor Cruz é professor de Direito Constitucional, mas falou que, se algum dia viesse a prestar novos concursos, estudaria Direito Constitucional, o que para muitos pode parecer absurdo.

CUIDADO! Evite comentar - principalmente no trabalho e ainda mais se for na iniciativa privada - que você estuda para concursos. Eu senti na pele isso e sei como é ruim. Ouvi comentários até de pessoa da família dizendo que eu não passava por isso ou por aquilo. Imagine o que dizem as outras pessoas. Enfim, compartilhe seus sonhos somente com pessoas em quem você realmente confia.

Ponto dos Concursos – Gostaria de dizer algo, sobre sua preparação e seu tempo de coaching, ao professor Igor Oliveira?

Simone Miranda - Igor, gratidão não tem preço!

Obrigada por se fazer presente, por sempre estar disposto a ajudar, por todo o apoio (“se eu pudesse, te carregaria no lombo Simone”), por dizer: “abaixa a cabeça e vai”, quando era preciso, pela paciência, pelos ensinamentos, por me fazer sentir que sou capaz de cumprir minha missão, por estender a mão sempre que preciso, por me estimular e me fazer acreditar que vai dar certo, por me segurar nos momentos de dor, por compartilhar suas experiências. Obrigada por tudo!

Foram muitos momentos. Muitas conversas. Muitas lágrimas. Você foi mais que um professor. Foi e é um grande amigo. Sempre acreditei que você me daria o direcionamento de que tanto precisava e aos poucos fui confirmando isso. Se necessário fosse, faria tudo de novo.

Que Deus continue iluminando você e sua família. Que você possa continuar incentivando e ajudando muitos alunos. Sucesso!

(TJ)

Sem recuar, sem cair e sem temer!

EntrevistaCoach Igor Oliveira

Ponto dos Concursos – Professor, qual é a sensação de poder fazer parte dessa aprovação da Simone na Conab?

Igor Oliveira – Maravilhosa! A Simone é uma amiga de longa data. Eu não sei ao certo há quanto tempo conversamos por e-mail, mas com certeza há bastante tempo. Creio que desde 2012, quando ainda não existia coaching. Conversávamos muito sobre contabilidade pública.

A vida da Simone retrata a de milhares de brasileiros que deixaram o interior pobre na esperança de uma vida melhor na cidade grande. É claro que me identifiquei com isso! É óbvio que me apaixonei pela causa, pois reflete a minha história também.

A Simone veio do interior do Acre e abandonou seu lar para tentar melhorar de vida na capital (Rio Branco). Apesar de ter tido uma infância economicamente pobre (Simone me confidenciou que não tinha nem luz onde morava), ela é uma milionária em coragem e alegria. Começou com trabalhos mais simples na capital, mas aos poucos foi cavando seu espaço, o que prova que, com paciência e disciplina, toda pessoa pode aperfeiçoar sua vida.

Com todas essas aprovações, ela vai poder voltar a morar no interior, ganhando bem mais (quase o quádruplo), num emprego estável. Alia-se ao fato a evidente redução do custo de vida e o retorno à presença da mãe. Foi uma jogada de mestre e eu tenho muito orgulho de ter contribuído um pouco com isso.

Ponto dos Concursos – Ela já adquiriu o coaching sabendo o que queria ou houve algum direcionamento?

Igor Oliveira – Primeiramente, é importante ressaltar que a estratégia da Simone de começar a estudar bem antes do edital deveria ser a regra, mas, infelizmente, é a exceção. A maioria das pessoas tem tanta pressa de passar que não possuem paciência nem para estudar.

Para organizar seus estudos, optamos por começar estudando para a área fiscal. Adotamos essa área apenas como um norte, pois, no caso dela, era necessário aproveitar oportunidades esporádicas de concursos para o Acre. No entanto, estudando para a área fiscal, seu rendimento iria transbordar, naturalmente, para outras áreas. Foi o que aconteceu.

Mais uma vez: o fato de ela se antecipar à “competição” foi o que garantiu sua aprovação. Hoje em dia não dá para ser amador. Tem que encarar o processo de preparação com seriedade e profissionalismo.

Ponto dos Concursos – Quais foram os maiores desafios com a preparação da Simone? O que teve que ser mais trabalhado?

Igor Oliveira – O desafio do coaching é personalizar o serviço ao máximo e liderar o aluno levando em conta suas características cognitivas e de personalidade.

A Simone, por exemplo, é impulsiva por natureza. Possui aquela “coceira” característica dos empreendedores. Ora, se ela não fosse assim, nem do interior teria saído. É uma grande qualidade dela. Minha missão era canalizar essa potência para algo bom. Não permitir que seus esforços fossem em vão. Eu tinha que garantir que ela formasse uma base mínima visando a um objetivo mais concreto e não apenas se comportar como um “franco atirador”, mirando em qualquer coisa. Esforços descoordenados e impulsivos só geram sofrimento.

Quando abriu o concurso, eu fui meio duro com ela e não permiti que desfocasse completamente do nosso objetivo inicial. Fiquei temerário de ela cair, como muitos, no velho ciclo edital+estudo apressado+reprovação+frustração. Não há pessoa que aguente isso. A autoconfiança, depois de um tempo, é destruída, pois dá a impressão de que nos esforçamos muito e não saímos do lugar.

Dosando a ousadia para que não se transformasse em desespero, organizamos tudo e disse que ela deveria se virar e estudar “a mais”. Tadinha, quase ficou doida (risos), mas no final deu certo. Entretanto, confesso que nem me preocupei muito. Conheço um guerreiro quando vejo um. A Simone tem brilho nos olhos e não está aqui para brincadeira.

Além disso, tivemos alguns problemas iniciais com a rotina. Era meio desorganizada, , Dona Simone? (risos). A minha preocupação então era conseguir construir um cenário em que ela pudesse estudar com certa regularidade. Depois de muita troca de mensagens, achamos um ponto de equilíbrio e construímos o hábito.

Ponto dos Concursos – De uma forma geral, como são feitos os contatos com o aluno, os retornos, os feedbacks?

Igor Oliveira – É natural que todo profissional dedicado aperfeiçoe seus métodos com o passar do tempo. Partindo dos feedbacks dos alunos (especialmente as críticas), o coaching, na atual formatação, está estruturado em metas semanais individualizadas e personalizadas. Eu passo a meta e ajusto toda semana, como um personal trainer mesmo. Paralelamente, há feedbacks em períodos mais curtos, voltados para a parte motivacional. É importante trabalhar a parte motivacional de forma concomitante com a parte técnica, pois uma complementa a outra. Um militar, por exemplo, já é, geralmente, por exigência do meio, organizado e motivado. Nem todos puderam passar por um doutrinamento semelhante. Assim, eu tento criar condições mínimas para o aluno estudar. Doutriná-lo.

Quando o coaching termina, eu mantenho o contato com a maioria dos alunos por meio de um grupo de estudos, onde debatemos diversos assuntos. É preciso manter a chama acessa até que a aprovação ocorra e sei que nem todos têm dinheiro para pagar por um coaching por meses a fio.

Ponto dos Concursos – Como é ter que lidar com emoções tão afloradas a distância? Existe alguma técnica especial?

Igor Oliveira – Agindo rápido. Você tem que, apesar da distância, se fazer presente. Nos fuzileiros chamamos isso de “formar ao lado”. Você tem que ficar ao lado da pessoa durante o combate. Protegê-la.

Além disso, o mecanismo da motivação tem um “timing” próprio para cada pessoa. Uma frase bem colocada na hora certa muda uma vida. Eu sempre fico de olho nisso. Nem sempre acerto, mesmo porque a natureza humana é complexa.

No caso da Simone, sendo franco, ela não me deu um pingo de trabalho. As preocupações dela são preocupações comuns a todas as pessoas, como eu e você, tais como:

- Será que vou passar um dia?

- Será que o investimento que fiz me renderá frutos?

- Será que eu estou perdendo tempo com isso?

São constatações que teremos a vida toda, mesmo após aprovados em um concurso público.

Quando você encontra uma pessoa como a Simone, que bota o coração em tudo que faz, que é idealista, é como uma lufada de ar fresco no rosto. A Simone é aquele tipo de gente que pede pouco e entrega muito. Ela sempre faz mais. Ela sempre quer ir além. Dá um gosto danado guiá-la.

Muita gente acha que o mundo está sempre devendo um favor. Que é injustiçado. Que lhe falta sorte, dinheiro ou tempo. A Simone é um exemplo para essas pessoas de como encarar a vida com doçura e garra.

Ponto dos Concursos – professor, gostaria de deixar alguma mensagem especial para a Simone?

Igor Oliveira – Querida Simone, ou Si, como todos do grupo gostamos de chamá-la, essas vitórias não são fruto de seu estudo recente para concurso público. Elas começaram bem antes, quando você teve coragem de abandonar sua infância para se arriscar pelo mundo. Foi um sucesso construído. A convergência de um esforço feito durante anos.

Com essas vitórias, Simone, você renovou sua capacidade de acreditar, alimentou sua autoconfiança e desmistificou todo o processo de preparação. Vencer na vida é simples, , Simone? Só dá muito trabalho (rs).

Na minha família há um ditado meio infantil, mas que levamos muito a sério. Toda vez que nos sentimos encurralados e temos que enfrentar um obstáculo aparentemente impossível de ser ultrapassado, nós o enfrentamos juntos, com resiliência, e repetimos um para o outro: “uma hora o muro cai”. Esse brado serve para nos lembrar de que, por pior que seja a situação, quando você é disciplinado, interessado, basta baixar pancada no muro. Basta insistir. Ele vai cair. Nunca vi um muro ficar de pé. Sua mão vai sangrar, você vai chorar, se sentir sozinho, desesperado, mas ele vai cair. E o seu muro começou a cair agora.

Você é um exemplo para todos nós. Olhe para trás e veja tudo que passou pra chegar até aqui: o falecimento recente de seu irmão no meio de sua preparação, as pessoas duvidando de você, a dificuldade de acesso a tudo no início quando você ainda morava no interior, as dúvidas, as humilhações, enfim... um muro gigante que você derrubou.

Há uma grande diferença entre sonhar e fazer, Simone. Um abismo. E você teve a audácia de enfrentar o desconhecido para atravessar esse abismo quando ainda era uma menina. Nem todas as pessoas estão aptas a esse desafio, Simone. Atravessar o abismo é monopólio dos valentes. Orgulhe-se de fazer parte desse grupo.

Todos temos algum dom, Simone. Algumas pessoas têm o dom de cantar ou dançar, por exemplo. Outras cozinham bem ou têm habilidades esportivas. O seu dom, Simone, é ser determinada. O que está acontecendo contigo é mais do que merecido.

Eu gostaria de fechar com uma frase sua, pode? Você sempre fechava seus feedbacks com essa frase e acho que ela resume bem o “estilo Simone”:

Sem recuar, sem cair, sem temer!

Com admiração de seu professor e amigo,

Igor.

Equipe Ponto dos Concursos.