Entrevistas

Fernando Mesquita


Autor do livro Sucesso nos Concursos de A a Z – 1ª edição

 

 

É impressionante como a cada entrevista a gente se surpreende com o entrevistado. Além de escritor, Fernando Mesquita é servidor público, palestrante, fotógrafo e professor. Talvez, muitos se perguntem sobre a estratégia para exercer tantas atribuições. Uma das várias revelações dessa conversa.


A obra Sucesso nos Concursos de A a Z é mais uma parceria entre a Editora Impetus e a Editora Ponto, que surgiu de um projeto entre perguntas, reflexões e desafios, que o professor propôs a seus alunos em uma intensa corrente de estudos, alimentada diariamente com técnicas inovadoras.


O intuito do livro é poder motivar, dar um norte e ajudar quem pretende ou já está engajado na ideia de se tornar um servidor público. Perguntado se o livro traria o segredo do sucesso, o professor foi enfático: “O texto é praticamente um fósforo – quem estiver disposto a usá-lo, pode acender a chama da vontade e da competência para passar”.



Vamos então conferir essa motivante entrevista com o professor Fernando Mesquita:



 

Ponto dos Concursos - Professor, como surgiu a ideia de escrever esse livro?



 

Fernando Mesquita - O livro nasceu meio sem querer. Foi o que Henry Mintzberg chamou de “estratégia emergente”. Foi um projeto que começou com uma ideia e foi se transformando pouco a pouco.


Sempre tive muita dificuldade em finalizar projetos. Adoro começar. Sou louco pelo agito do início – planejar, estruturar, bolar, colocar em ação. Mas... quando a coisa tomava corpo, eu perdia o gás.


Contudo eu percebi que isso era uma deficiência muito importante de se controlar, exatamente porque todos passamos por isso.


A fase dos estudos começa animada: “vou estudar 15 horas por dia e ser aprovado(a) nos próximos 2 meses”. Mas quando a gente percebe que o desafio é um pouco maior (só quem já tentou estudar 15 horas líquidas por dia sabe), criar a meta é fácil. Difícil é segui-la.


E o que eu fiz era uma proposta para os leitores – eu escrevo nos próximos 26 dias, e você estuda nos próximos 26 dias. Combinado? Era um acordo mútuo de superação, porque essa fase do início, a saída da inércia é tão importante (e difícil).


O resultado foi um misto de espanto e de satisfação.


Tive mais de 3.000 participações nas enquetes, centenas de e-mails. Candidatos país afora que me disseram o que queriam, quais suas dificuldades, o que esperavam das provas e quais temas consideravam mais importantes. Muitos dos que não apareceram na série de artigos da página do Ponto acabaram entrando no livro, o que foi uma forma de fazer jus a tantos temas interessantes para a preparação.


A resposta me ajudou a seguir em frente. Em alguns dias, achei que não fosse conseguir, mas nem que fosse às 23h59min, conseguiria publicar o artigo. Isso me mudou para sempre (pode parecer pequeno, mas teve um efeito muito real na forma como eu encarava a vida).


No meio desse processo, lá pela letra “J” (o artigo Just do it, certamente um dos mais importantes no livro e na preparação para os estudos), lembrei do meu projeto de escrever um livro – que é tão diferente, mas por que não utilizar esses artigos como base?


Daí nasceu o projeto – que acabou com 45 artigos e muitos tópicos interessantes nesse mundo de concursos públicos.

 

 

 

Ponto dos Concursos - O título passa a impressão de que o segredo do sucesso está aí, nessas 182 páginas. A ideia é essa mesmo? Qual o objetivo a ser alcançado junto aos leitores?

 

 

Fernando Mesquita - O objetivo do livro sempre foi iniciar uma discussão, suscitar a reflexão no leitor. Assim como foram os artigos.


Quando começamos a prestar concursos, existe uma enxurrada de informações disponíveis – a maioria simplesmente errada, equivocada ou maliciosa.


O livro tem um artigo chamado Jogador ou Peão, que provoca o leitor a pensar sobre qual o seu papel na preparação – reativo ou proativo? O artigo Mitologia, que foi um dos mais divertidos de se escrever, fala sobre os mitos dos concursos – você precisa ir para cursinho para ser aprovado, concorrência dificulta a prova, você precisa estudar oito horas por dia para ser aprovado. Tudo isso é lenda, e conto por que no artigo.


Falo sobre talento, falo sobre tarefas. Cito a importância de olhar não só para frente, para o nosso objetivo, mas também para trás, para o que você já passou. Faço provocações aos servidores públicos, para que pensem em seu papel – afinal, quem presta concursos um dia será servidor ou empregado, e pensar nisso agora é importante para construir um servidor responsável, consciente e comprometido.


Se o sucesso está contido ali? Provavelmente. Há tópicos muito específicos, como o dia da prova, o desenvolvimento da disciplina, o início dos estudos, recomendação de livros importantes.


Escrevi na apresentação da obra:


“Com o passar do tempo, percebi que o trabalho [do livro] se tratava de uma grande coletânea de orientações que poderiam transformar quase qualquer candidato em um candidato de elite caso seguisse as recomendações ali contidas.”


Existe muito do sucesso ali, sim. O texto é praticamente um fósforo – quem estiver disposto a usá-lo, pode acender a chama de sua vontade e de sua competência para passar.


Um dos artigos mais importantes que escrevi está ali no meio, escondido. De tão importante, vai virar tema de outro livro.


Então sim, é possível encontrar o sucesso ali dentro – pelo menos quem está disposto a encontrá-lo.

 

 

 

Todo concurseiro imagina que existe uma fórmula mágica para passar em concursos. Qual a sua opinião sobre isso? O livro contém essa famosa fórmula?

 


Certamente. A fórmula está no artigo Equação da Aprovação, que foi o mais curto do livro todo (para mostrar que é simples).


E começo dizendo “se alguém disse que era complicado [ser aprovado], ou estava mentindo ou não sabe a resposta”

 

Não vou contar para não estragar a surpresa. Veja no livro =D.

 

 

 

Quais os principais diferenciais da obra?

 

 


Participação e renovação.


Conversei e converso com dezenas de candidatos todos os dias.


Dessas conversas, surgem artigos, propostas de cursos, materiais que podem ajudar na aprovação. E acredito que esse primeiro livro foi muito feliz no sentido de tratar de alguns problemas bastante abrangentes do universo de candidatos.


Uma reclamação comum que sempre ouvi era “os livros de concursos só tratam dos ‘gênios’ que os escreveram”. Embora isso seja uma afirmação injusta, tem um quê de verdade.


William Douglas e Alexandre Meirelles (só para citar dois de grande importância) trazem muito de sua experiência, sim, mas acredito que na época eles não tinham acesso a essa grande plataforma que tive – que eram os artigos do Ponto. Então, o que lhes restava era pegar uma experiência um pouco mais restrita (a deles próprios e a de alunos que porventura tivessem ajudado) para tentar generalizar os conceitos. Não era uma tarefa fácil.


No Sucesso nos Concursos de A a Z, falo um pouco da minha experiência também, mas de forma muito mais pontual – algo que observei, algo que uso como gancho para uma observação maior. Exatamente pela minha história ser um pouco peculiar, não acreditei que fosse generalizável, então joguei as técnicas que usei, aprendi e desenvolvi no ar e deixei os próprios alunos testarem.


O que resistiu ao teste foi sendo aprimorado, o restante foi sendo descartado ou melhorado. É um processo de desenvolvimento.


O principal diferencial é que ele foi escrito com a participação do leitor. Quem está na labuta diária (o concursando) às vezes não tem a oportunidade de dizer: “Ei, mas isso não me importa. Este é o meu problema”. E, ao longo do livro, tentei buscar o máximo de problemas que parecessem se aplicar a um número maior de pessoas.


A segunda parte é a renovação. A literatura sobre concursos (sobre o processo, não sobre o conteúdo) estava um pouco defasada. Muito aconteceu desde o lançamento de bons e grandes títulos sobre concursos. Esta é certamente uma boa oportunidade de resgatar os últimos anos e colocar em um volume para atualizarmos nossas expectativas e nossas experiências.

 

 

 

O livro reúne um misto de motivação e dicas de preparação?



 

Certamente.


Ainda essa semana, uma aluna me escreveu nervosa, dizendo:

 

“Olha, eu já li alguns artigos, blogs e até o livro de mais de 500 páginas do William Douglas sobre como passar em concursos públicos; sabe o que todos vocês deixam a desejar, a clareza do que vocês querem passar.
Vocês são muito motivacionais, ok, isso é bom, mas vocês precisam ser mais práticos...”

 

Embora ela estivesse criticando, achei interessante ela me colocar no mesmo “bolo sem foco” do William Douglas, que é um titã no mundo dos concursos.

 

A motivação é fundamental na vida do concursando – porque de nada adianta saber como e o que fazer, se você não se sentir capaz, não quiser ou achar que não tem condições de cumprir o proposto.

 

Parte do livro é sobre motivação, sim, mas no sentido de abrir as portas dos concursos públicos para que as pessoas vejam um pouco por dentro dessa “cortina invisível” que nos separa das pessoas que não procuram concursos. É um mundo diferente, muitas vezes estranho e incompreensível para quem está do lado de fora (querendo ou não entrar).

 

E “motivação” nesse aspecto, para mim, é isso – criar motivos. Para não desistir, para persistir, para tentar, para avaliar, para testar. Boa parte da minha intenção era que as pessoas pensassem sobre concursos.

 

Quando escrevi o artigo Jogador ou Peão, embora ele tenha um quê de crítica à forma como os concursos são conduzidos, a ideia era que as pessoas retomassem os rumos e os destinos de suas vidas e pudessem decidir por si só se queriam ser guiadas ou guiar. Parece estranho, mas muitos concursandos vivem no piloto automático, torcendo para passar, mas sem saber ao certo o que estão fazendo – fazem o que ouvem que é melhor.

 

Além disso, há diversos pontos importantes a serem analisados na preparação. Falo de simulado, de resolução de questões, de formas de estudar (a rotina tão importante, mas tão negligenciada).



 

Já existem mais projetos no forno?

 

 


Sim! Lembra que eu falei que sou ótimo para iniciar as coisas? Então...

 

Ao longo da vida, escrevi outros livros aqui e ali. Comecei a escrever um romance aos 8 anos (acho), mas não deu em nada. Escrevi um livro terrível sobre apresentações (finalizado, mas nunca publicado – preciso até agradecer a editora por ter me ignorado), mais outros dois ou três, e este (Sucesso nos Concursos de A a Z) foi o primeiro finalizado, entregue, encapado e (dedos cruzados) muito vendido.

 

Com o próprio crescimento dos artigos, já fui naturalmente pensando em outros projetos. Mas quero te contar um segredo:

 

Tudo isso começou com o projeto do Concursandos – o livro (a maior pesquisa sobre concursos públicos do país). Minha ideia inicial era fazer essa pesquisa enorme (que tem ido bem) e contar para as pessoas o que os concursandos país afora estão fazendo.

 

Mas eu percebi que há muito mais entre o céu e a terra... bom, você conhece o ditado.
A pesquisa foi o início de tudo – e foi também o início do aprendizado. Comecei a ter contato com tantas pessoas (hoje, é bastante comum eu responder entre 40 e 50 emails de leitores e candidatos que me escrevem), que passei a identificar certos padrões.

 

O livro Concursandos depende do resultado da pesquisa, que ainda vai levar um tempo para ser finalizada. E nesse meio tempo eu pensei: “Mas e se eu fosse escrevendo outros livros com o que tenho aprendido no caminho?”

 

O primeiro que surgiu foi este que está saindo. Estou com outro finalizado – que é bem mais técnico e fala da rotina de estudos - e ainda tenho mais uns 6 ou 7 previstos para os próximos 2 anos. Será que dá? Hehehe...

 

 

 

Trabalhando com concursandos há tanto tempo, qual sua percepção sobre a fase mais crítica de uma preparação (iniciar, manter o foco e permanecer na preparação...)? Por quê?

 

 

Cada fase tem seus desafios.

 

Para quem não começou, o desafio é começar.

 

Para quem já começou, o desafio é maior: manter-se focado e desenvolver seus estudos e sua capacidade.

 

Para quem já foi aprovado, o desafio é ignorar o conforto inicial que a aprovação traz e continuar buscando os próximos concursos (até aquele que seja o final).

 

Para quem chegou onde quer, o desafio é ser o servidor que o país precisa.

 

A vida de quem presta concursos é como um balão furado: se você não encontrar o furo ou ficar soprando o tempo inteiro, ele murcha e cai.

 

Se parece muito trabalho, é mesmo. Mas o sucesso depende de sua vontade de manter o balão no ar. E é preciso saber reconhecer o necessário para enfrentar cada etapa.



 

Já percebemos que você é um amante da escrita. Está sempre escrevendo artigos motivacionais e dicas para concurseiros, é professor, servidor público e agora autor de livros. Como consegue conciliar tantas atribuições? Qual o segredo?

 

 

A gestão do tempo sempre vai ser algo complicado.

 

Estava conversando com uma aluna recentemente que disse que “não tinha tempo” de estudar. É claro que as situações são diferentes, mas eu estava escrevendo dois livros, trabalhando 8 a 10 horas por dia, cuidando da minha vida pessoal e estudando, então fiquei especialmente curioso para saber da rotina dela.

 

A mensagem começava com “Acordo por volta de 5h30 e chego ao trabalho às 8h...”

 

A partir daí, acendeu-se o sinal vermelho. Perguntei a ela o que ela fazia nesse meio tempo. Ela disse “Ah, eu tomo baaaaanho, vou me arrumaaaaaar, vou tomar caféééééé” (assim mesmo, bem arrastado). Ela tinha 2h para fazer essas três coisas, mas não conseguia encontrar 20 minutos para estudar.

 

Nós comumente desperdiçamos uma quantidade absurda de tempo no dia a dia.

 

O professor C. Northcote Parkinson escreveu um livro sensacional chamado A lei de Parkinson. A primeira frase do livro é “o trabalho aumenta a fim de preencher o tempo disponível para sua conclusão. A prova disso é que o homem mais atarefado é aquele de dispõe de horas vagas”.

 

Precisamos dar muito valor ao tempo porque ele é escasso. Mas quem mais tem é quem mais tende a desperdiçá-lo, de fato.

 

Quando estou trabalhando a toda capacidade, meu tempo é muito bem definido. Tenho atividades para a manhã, para a tarde, para a noite, para os horários vagos e tendo a respeitar bastante isso. Nem tudo sai como o previsto, claro, mas tendo a produzir bastante em um dado dia.

 

Por outro lado, fui desenvolvendo a calma e a tolerância ao longo da vida. Se uma coisa não sai como eu gostaria, dificilmente me irrito. Ter serenidade para lidar com os reveses é parte do pacote.

 

A parte mais importante é traçar prioridades. Se finalizar um livro é minha prioridade, paro de fazer tudo que é desimportante e me foco nisso. Da mesma forma com as outras atividades.

 

Ainda estou bem longe do que gostaria, mas tenho feito progresso. Confirmando as impressões do professor Parkinson, quanto mais atividades (portanto menos tempo) tenho, mais produzo.

 

 

 

Como foi esse período de troca de conhecimentos, sobre esse universo concursando, entre você e seus alunos?

 

 

Foi intenso.

 

Tudo que aprendi, tudo que vivi e tenho vivido não tem preço.

 

As pessoas às vezes agradecem por eu responder as mensagens delas (respondo todas, mesmo que demore um pouco), como se isso não fosse minha obrigação. De certa forma, mostra que alguns profissionais não se atentaram para a necessidade de interagir com os alunos – não porque são alunos, mas porque são pessoas em busca de algumas respostas. Às vezes, uma palavra simples ajuda muito.

 

A minha vida é minha vida e a vida dos outros é a vida dos outros. E as pessoas às vezes me dão a oportunidade de entrar na vida delas quando me contam histórias, me falam de suas dificuldades, me dizem o que têm tentado - mas não têm conseguido.

 

Essa oportunidade que tenho é única, porque escrevo artigos que às vezes tocam as pessoas. Não foram poucas as vezes que ouvi “tenho a impressão de que você está falando comigo”. Isso vem do contato que tenho com os alunos e leitores.

 

Recebo mensagens elogiosas de vez em quando por escrever (veja só como a vida é boa – faço o que amo e as pessoas ainda agradecem =D). Muitas delas, colo na parede da minha sala para lembrar, nos momentos difíceis, de por que faço as coisas.

 

Algumas delas trazem agradecimentos, outras trazem histórias de como os artigos mudaram suas vidas e algumas dizem que, embora não tenham se acostumado com as novas ideias, estão dispostas a tentar (e o que não é mudar o mundo senão deixar as pessoas um pouco desconfortáveis?).

 

Na verdade, quem deveria agradecer sou eu, porque são essas pessoas que me permitem entender quem está do outro lado.

 

O trabalho online pode ser um pouco solitário, porque você não vê quem está ali. Eu tenho estatísticas, tenho números e gráficos. Mas quando as pessoas me escrevem dizendo que têm 3 ou 4 filhos, que querem mudar de vida, que ganham 800 reais por mês, que a mãe está com câncer, que não veem razões para não estudar, que querem de fato ser aprovados, esses números ganham rostos e histórias e passam a ser pessoas.

 

E, no final, eu escrevo para pessoas. E as pessoas têm tirado valor do que escrevo, o que significa que alguma coisa deve estar saindo certa.

 

De nada adianta escrever para mim. Para alguém com a minha história, com a minha formação, com o meu desenvolvimento. Preciso escrever para quem está lendo. E esse deslocamento de foco seria muito, muito difícil se eu não tivesse contato com quem lê o que escrevo.

 

Começo a maioria dos meus e-mails com “obrigado por escrever”. Não é automático. Escrevo isso todas as vezes para lembrar que realmente sou grato por ser uma fonte confiável, alguém para quem as pessoas pedem ajuda e orientações.



 

Gostaria de fazer alguma consideração adicional sobre o livro?

 

 

SIM! Tenho um poema:


Este é meu primeiro livro. 

ele está bonitão,
foi escrito de coração
e espero que você goste e que te ajude muitão.



(Já comentei em outras oportunidades que prefiro a prosa - por razões óbvias).

 

Espero que os leitores comprem e gostem e me ajudem a escrever outros. O processo de criação dele foi muito interessante, e nunca tinha pensado em produzir dessa forma até que minha amiga Fabrícia me deu a dica de que a participação do público no processo hoje é fundamental. E ela estava mais do que certa.

 

O livro tem tópicos muito, muito interessantes e me arrisco até a dizer que algumas das ideias ali, caso fixadas, são capazes até de mudar nossas metáforas dos concursos nos próximos 10 anos. E você pode ser pioneiro nessa nova linhagem.

 

Escrevi isso no livro e repito: um autor só existe por conta de seus leitores. Portanto, compre o livro, ame-o ou odeie-o, mas se permita despertar alguma emoção. Foi escrito para isso.

 

Não é uma obra completa, mas é um primeiro degrau. É impossível escrever tudo, claro (o que não me impede de tentar, hehehe).

 

Sempre digo às pessoas que um dos bons sinais dos candidatos é a imersão – começar a falar sobre concursos, perguntar para os amigos e parentes “estava estudando Direito constitucional e você sabia que...”. O livro é uma oportunidade de quem está começando ou de quem já começou a realinhar seus objetivos, olhar as coisas de uma forma diferente e buscar sua aprovação.

 

Por isso ele se chama Sucesso nos Concursos de A a Z. Em cada artigo, damos um passo em direção a este intenso e ainda muito desconhecido mundo da preparação para concursos. Espero que ajude.



E muito obrigado pela oportunidade dessa entrevista. Sucesso ao Ponto.

 

 

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Equipe Ponto dos Concursos