Entrevistas

Ellen Verri


Aprovada em 16º lugar para o cargo de Auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas do Distrito Federal e em 13º lugar para Analista, cargo 7

Parece estória, mas é história verídica e a personagem é a Ellen Verri, uma guerreira que conseguiu essa dobradinha no concurso do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TC/DF). Sim, ela foi aprovada em 16º lugar para Auditor de Controle Externo e em 13º para Analista, cargo 7, no mesmo concurso.

Há quantos anos a Ellen está se preparando para concursos? Muitos diriam que foi pouco tempo, mas para ela, que viveu com toda intensidade, determinação, garra e forças necessárias, foi tempo suficiente para que conseguisse essa vitória. 

É uma história linda e motivadora, que mostra o tamanho da guerreira.

Essa é a segunda entrevista da Ellen por aqui.

Vamos conferir a fórmula de aprovação da Ellen?

Entrevista completa:

Ponto dos Concursos – Ellen, lembro que em nossa primeira entrevista você disse que seu objetivo era Receita Federal. O que te levou a mudar o foco?

Ellen Verri – Em primeiro lugar, gostaria de agradecer pela oportunidade de, pela segunda vez, dar uma entrevista para o Ponto e em poder contribuir de alguma maneira.

Engraçado que, mesmo já tendo sido aprovada em outro concurso, jamais senti algo similar ao que estou sentindo agora. A sensação é de ter cumprido uma grande missão. A felicidade ainda é plena, algo que nem sabia que poderia sentir.

Respondendo sua pergunta, eu mudei meu foco sim e, desde julho de 2013, ele já não era mais a Receita Federal.

Tudo aconteceu quando eu estava fazendo o Coaching aqui no Ponto e descobri que a maioria dos candidatos, ao prestar para Auditor da Receita Federal, é lotada nas fronteiras do nosso país ou em locais distantes de Brasília.

Caso eu não quisesse essa opção, deveria passar entre os primeiros colocados. Assim, por não querer correr o risco, na época, mudei meu foco para o Bacen, concurso em que não fui aprovada. Apenas em março deste ano (2014), já tendo uma boa base nos estudos, é que resolvi estudar para o TCDF.

Quanto ao fato de imaginar ou não se passaria, acho que o sonho era grande e a vontade gigante, mas tudo sempre foi incerto, como acontece em todos os concursos públicos.

Ponto dos Concursos – Você assumiu o Dnit? Atualmente está atuando lá?

Ellen Verri – Desde a minha aprovação, que foi em maio de 2013, eu assumi o Dnit apenas no início deste ano. Aconteceu uma grande confusão e, por causa dela, não só eu, mas vários aprovados tiveram a inscrição preenchida de maneira errada.

Explico: quando fizemos a inscrição para o Dnit, escolhemos a opção que tinha a sigla “DF” e achávamos que seríamos lotados em Brasília. Apenas depois do resultado final é que descobrimos que a lotação não seria em Brasília, mas sim em Goiânia. Além do mais, eram apenas duas vagas para Goiânia, ao passo que para Brasília eram trinta. Como no resultado final eu fiquei em 4º lugar e o 1º e o 3º lugar passaram no TCU/2013 e também tiveram o citado problema na inscrição, fui nomeada em Goiânia e assumi o Dnit em janeiro de 2014.

Assim, quando estava estudando para o TCDF, eu já estava também trabalhando em período integral, ou seja, por 8 horas diárias no Dnit.

Ponto dos Concursos - Quando decidiu estudar para o TCDF?

Ellen Verri – Bom, a minha decisão pelo TCDF aconteceu em março de 2014 e veio pela paixão que tive pela área de Controle, devido à reprovação no concurso do Bacen, em outubro de 2013.

Resumindo, a minha história foi a seguinte: após quase um ano e meio de estudo firme, fui para a prova do Bacen (área 6) me sentindo totalmente preparada. Rezei, pedi a Deus para que, dentre as mais de 100 vagas ofertadas, uma fosse minha. Não foi!

Fiquei nervosa (algo inédito na minha vida de concursanda), passei mal na discursiva (meu ponto forte) e, mesmo tendo conseguido minha redação corrigida, não fui para o Curso de Formação do Bacen por 3 décimos. Até então, eu achava que bastava estudar muito para conseguir passar. A minha reprovação foi um susto.

Após o estado de choque inicial do célebre: “não deu”, percebi que teria que enfrentar meu medo gigantesco de nunca mais passar em outro concurso público e ter de estudar para sempre. Nessa época, ainda não tinha sido nomeada no Dnit. Passei por uns dois meses terríveis, fiquei bem mal e a sensação de fracasso continuou comigo por um bom tempo. Parecia que tinha um “limão” na minha garganta e deixei de acreditar em mim. Dei um tempo nos estudos.

Em fevereiro de 2014, procurei superar o desânimo e voltei a estudar firme.

Em sucinta essência: prossegui. Desapeguei dos resultados e foquei no processo. Quando o processo é bem cultivado, a vitória vem por acréscimo. Decidi estudar de forma bem intensa novamente e busquei pelos melhores cursos de aulas presenciais em Brasília. Lá, juntamente com outros alunos que passavam pelo mesmo que eu, ressaca pós-reprovação, consegui resgatar meu ânimo e toda aquela minha força que estavam esquecidos.

Ponto dos Concursos - Como você estava trabalhando, imagino que o tempo era curto. Nesse sentido, como foi sua preparação?

Ellen Verri – Acho que este foi um dos motivos que me fez passar: ter começado a trabalhar. Antes de decidir se iria ou não assumir o DNIT, devido ao fato de não querer sair de Brasília e também pelo fato de não ter mais o tempo integral para os estudos, passei por (mais uma) grande crise existencial. Na época, procurei saber o que seria melhor (trabalhar ou não) e descobri que a maioria dos aprovados em concursos “tops” não são aqueles que possuem 100% do tempo livre para os estudos, mas sim aqueles que trabalham. Após algumas pesquisas, descobri que eles, em regra, não tiveram o privilégio de terem o dia todo para estudar, como eu imaginava no começo.

Trabalho, filho pequeno, compromissos diversos. Realmente a realidade, neste mundo, é a do cobertor curto: cobre a cabeça, os pés aparecem.

O professor André Luís, do curso Cathedra, sempre fala grandes verdades em suas aulas e uma delas, que me fez refletir bastante e constatar o que disse anteriormente, foi que não é necessário estudar muito, quantitativamente falando. O fundamental é estudar bem, ou seja, com eficiência. Cada pessoa tem um limite diário de absorção e estudar não é força, é jeito. Segundo o professor, no dia temos 8h para dormir e 8h para trabalhar. O que fazemos com as 8h restantes? O que a maioria das pessoas fazem, de forma errada, é usá-las como horas “mortas” e ineficientes. Se a pessoa fala que estuda 14 horas líquidas todos os dias, sinceramente, acho que só pode ser mesmo o “Robocop” e não nós, os meros mortais, porque ninguém estuda realmente isso e, o principal, com eficiência.

Assim, das minhas horas disponíveis para o estudo, o que eu fiz foi utilizá-las como horas “bem vivas”, de estudo eficiente, do meu jeito.

Ponto dos Concursos – Como foi essa preparação dupla, para Analista e para Auditor? Quais as maiores dificuldades encontradas? Como era o tempo dedicado para cada preparação? Como era essa divisão de conteúdo a ser estudado?

Ellen Verri - Quando resolvi estudar para o TCDF, foquei para o cargo de Auditor. O de Analista veio como consequência e, para este concurso, revisei suas disciplinas apenas na semana que o antecedeu. Na época, já tinha feito o Coaching do Ponto e já havia aprendido várias técnicas de estudos. Tinha feito mapas mentais, exercícios resolvidos, revisões periódicas e aulas presenciais com grandes professores. O problema é que eu tinha feito tudo isso quando havia estudado para a área de Gestão (Bacen). Para a de Controle, confesso que eu era “bem crua”. A minha ignorância era tanta, que achava que Controle Interno e Controle Externo eram tudo igual, só que feito por órgãos diferentes.

Para mim, não precisaria estudar muito não, pois era um Direito Administrativo mais aprofundado (olhem o nível do meu conhecimento, ou melhor, da falta dele).

Os comentários que eu escutava para o concurso de Auditor do TCDF diziam que ele era o “mundo de Marlboro”, onde só os “fortes” sobrevivem. No último concurso de 2012, raros foram aqueles que não haviam sido eliminados nas discursivas. Havia apenas 19 vagas e os candidatos “quase-aprovados” do TCU estariam vindo com toda força e não escapariam da aprovação no TCDF. Ué, pensei eu, acho que posso me incluir na parte dos “quase-aprovados”, e força por força, a minha sempre foi imensa para passar. Além disso, sempre acreditei na seguinte frase: você é do tamanho de sua vontade. No quesito “vontade”, considerava-me uma gigante. Foi aí que comecei o meu planejamento.

Estudava de segunda a domingo, aproximadamente 5h líquidas, seguindo um cronograma que revisava semanalmente. Nas sextas à noite, frequentei todas as aulas presenciais que consegui de AFO com o professor André Luís no Cathedra. Muito embora tenha sentido bastante por ter saído de Brasília e ter ido para Goiânia, tive apoio de grandes professores, que continuaram a me ajudar mesmo eu estando distante. Entre eles, agradeço, em especial, os seguintes professores: André Luís, Marcel Guimarães, Bruno Fracalossi, Claudia Kozlowski, Renato Lacerda, Gustavo Scatolino e Carlos Elias.

O Bruno Fracalossi, mesmo não tendo sido meu Coach aqui no Ponto, me ajudou muito nas minhas questões pessoais, sobretudo nas minhas (constantes) crises existenciais no mundo dos concursos públicos. Devido ao fato de eu ter aprendido todas as técnicas de estudo no Coaching do Ponto e também em razão do meu perfil e da minha dedicação, fui convidada por ele para integrar a sua equipe de Coachs, o que me deixou imensamente feliz.

Ponto dos Concursos – Nesse meio tempo soubemos que você já foi aprovada em outros concursos, quais foram? Você tinha intenção de assumir ou fez apenas como teste?

Ellen Verri – Nos meus dois anos de estudos, eu tentei poucos concursos públicos. No entanto, a fim de verificar meu nível de conhecimento, identificar falhas e corrigir meus pontos fracos, prestei outros que não fossem apenas os meus focos (Receita Federal e Bacen).

Nos meus testes, cheguei sim a passar em alguns concursos. Entre eles, no início dos meus estudos, em 2012, passei na Caixa Econômica Federal (CEF). No início de 2013, passei para Analista Administrativo no Dnit, que é o cargo que ocupo atualmente. Já neste ano de 2014, prestei para Analista Administrativo do MDIC e que, mesmo sem ter estudado, consegui a aprovação devido à bagagem que já possuía. Desses concursos citados, o Dnit foi o único que estudei com intenção de assumir. Para os demais, foi apenas testes mesmo.

Ponto dos Concursos – Como você se sente com essas vitórias acumuladas em tão pouco tempo (de 2012 até aqui)?

Ellen Verri – Após dois anos me dedicando aos estudos para concursos públicos, se tivesse que escolher um único sentimento, escolheria a gratidão. Foi através dela que consegui superar todas as minhas limitações e prosseguir, mesmo após algumas reprovações.

Logo após ter visto meu resultado na prova de Auditor do TCDF, um longo filme passou em minha cabeça. Lembrei de várias coisas: de quando saí do meu último emprego na iniciativa privada e comecei a estudar sem nem saber quais cargos existiam no mundo dos concursos; das dificuldades iniciais, como a restrição de recursos financeiros; da urgência em passar logo e das minhas dúvidas constantes se estava ou não seguindo o caminho correto. Lembrei também das minhas inúmeras madrugadas de estudo, das minhas idas para os cursinhos, das minhas corridas matinais ouvindo a CF/88. Lembrei-me também de todas as minhas abdicações pessoais e também das reprovações que tinha tido e que, na época, não havia entendido o porquê. Como disse, foi um filme e, graças a Deus, de final espetacular.

Ponto dos Concursos – O que você considera ter sido seu diferencial durante esse tempo de preparação?

Ellen Verri – Com certeza, o meu diferencial foi a disciplina e o amor que possuo pelos estudos. Brinco que estudar para mim é uma das maneiras que possuo de falar com Deus. Nunca tive preguiça ou desânimo em aprender algo novo. Acredito que grande parte disso veio do exemplo que tive em casa, com meu pai, que sempre trabalhou e deu muito duro na vida. Ainda dá. Além disso, sempre vi o concurso público como uma oportunidade que Deus me deu de ser uma pessoa melhor.

Ao falar deste assunto, lembro-me de uma estorinha curta, que aprendi com os meus estudos. Nela, um pai dá ao filho uma bicicleta. A bicicleta representa as oportunidades que são ofertadas a nós ao longo da vida. Quando ganhamos uma bicicleta, amigos, temos, basicamente, duas opções para decidirmos o que faremos com ela: (1) deixar a bicicleta parada em casa, enferrujando ou (2) usá-la a ponto de ser capaz de fazer uma “mountain bike”. O que considero ter sido meu diferencial, durante esse tempo de preparação, foi ter aberto meu coração, ter agarrado com força minha bicicleta e ter procurado fazer, com alegria, a minha “mountain bike”.

Ponto dos Concursos – O que considera fundamental para que um concurseiro tenha êxito nos resultados em tão pouco tempo, assim como você?

Ellen Verri – Sabe, não acho que obtive êxito nos resultados em pouco tempo não. Vendo de fora, dois anos parece ser um tempo pequeno para passar em um concurso do nível do TCDF. No entanto, para quem vive a angústia e a necessidade do momento, dois anos, estudando muito e de forma eficiente, acredito ser um tempo razoável para a aprovação. Conheço pessoas que passaram muito antes disso e outras que ainda estão na luta. Na verdade, para mim, isso varia muito de pessoa para pessoa e o tempo é muito relativo.

Em minha humilde opinião, o fundamental é saber que está em nossas mãos a preparação. Acho que a pessoa deve focar na preparação de uma área, e não só para um cargo, e parar de se debater. Você que é pai, mãe, desempregado, passando por dificuldades, reaja aos eventos. Não tem jeito, pois você se enquadra nas mesmas leis que as outras pessoas. Faça a sua parte, que é a de se preparar, e deixe o resto com Deus.

O que aprendi, ao longo desse meu caminho, é que nos falta muito a paciência. Se você consegue estudar 2 horas por dia apenas, que assim seja. Prepare-se com afinco, blinde-se nestas 2 horas e acredite que sua hora vai chegar. Quando? Não sei. Também não sabia da minha. O que afirmo é que não há regras e que é impossível ter controle sobre tudo.

Os impedimentos surgem de forma quase espontânea, alheios ao nosso desejo. A forma como lidamos com os desafios é, no entanto, o que conta. Isso sim só depende de você.

Ponto dos Concursos – Sua preparação foi por cursos presenciais ou Online? Quais as vantagens e desvantagens que você vê nessas preparações?

Ellen Verri – Desde que comecei a estudar, usei de tudo, mas as aulas online foram, certamente, as que mais me acompanharam. A seguir, coloco minha opinião sobre os materiais de preparação:

- Aulas presenciais. Vantagem: é a opção mais rica de todas, mas só quando o professor vale a pena. Recomendo para quando a pessoa não saiba nada sobre o assunto ou, para as que sabem muito, façam aulas com um professor que te mostre que você não sabe. Desvantagem: por causa dos deslocamentos, há uma perda grande de tempo, que é precioso, principalmente para aqueles que trabalham. Acho também que os professores bons de verdade são contados a dedo e, por isso, são bem mais difíceis de serem encontrados.

- Videoaula. Vantagem: dá para ser vista e ouvida a qualquer momento. Eu, por exemplo, quando comecei a estudar Economia para o Bacen, cansei de ver videoaulas para ver se o conteúdo entrava. Acho que ajudou. Desvantagem: não é muito fácil encontrar excelentes professores que deem este tipo de aula e que seja focado no concurso que você almeja.

- Online (PDF). Vantagem: material que vai direto ao ponto que você precisa para o seu concurso. Quando já dominamos a matéria, é muito mais fácil revisá-la pelo PDF. Eu fiz muitas revisões com os resumos nos finais das aulas. Além disso, acho que há vários professores que escrevem de tal maneira que você começa a se apaixonar pela matéria. Eu, após meu primeiro ano de estudo, substituí alguns livros por aulas online. Desvantagem: acho que há uma demora maior para que o assunto visto pela primeira vez seja fixado. Acho também que os resumos em PDF não substituem o resumo feito manuscrito pelo próprio aluno.

Ponto dos Concursos – Ainda pretende continuar na caminhada de concurseira? Quais seus planos para o futuro?

Ellen Verri – Sinceramente, confesso que não sei responder essa pergunta com convicção. Afirmo que consegui, sim, alcançar meu grande objetivo, que era ser aprovada em um concurso “top” como o do TCDF. Em relação a querer outro cargo público, diferente ao do Auditor do TCDF, acredito que não. No entanto, acho que posso ainda continuar no mundo dos concursos, só que, agora, em uma outra posição, não mais como concursanda. Quero muito ajudar, de alguma maneira, aqueles que ainda não chegaram lá a chegarem.

Já estou me sentindo com o dever cumprido e, tendo realizado um dos maiores sonhos da minha vida, agora pretendo também focar na minha vida pessoal, casar (oficialmente) e ter meus filhos. Quero viajar e conhecer o mundo. Sonhos e projetos não faltam na minha cabeça.

Ponto dos Concursos – Diante dessa história de sucesso, quais dicas você deixa para quem está começando?

Ellen Verri – Para responder a esta pergunta, conto, resumidamente, a fábula de um livro que li quando era adolescente e que me marcou muito.

A fábula chama-se: “A águia e a galinha” e apresenta uma metáfora da condição humana através da história de uma águia que, tendo sido capturada por um camponês, era criada junto às galinhas. Com o passar dos anos ela vai se acostumando a essa condição e passa a acreditar que era uma galinha de verdade, até o dia que aparece um naturalista e a faz enxergar quem ela realmente era.

Assim, a dica que eu deixo para aqueles que estejam começando é que não deixem que ninguém faça com que vocês pensem como “galinhas”. Muito menos que sejam uma. Só o fato de você ter iniciado esta jornada árdua no mundo dos concursos, já é um sinal de que você é águia e, como tal, você deve abrir suas asas e voar. Uma águia tem dentro de si o chamamento do infinito e seu coração sente os picos mais altos das montanhas. Elas visualizam em suas mentes que não são desistentes. Por mais que o caminho seja tortuoso, garanto, para as águias, a chegada é certa.

Ponto dos Concursos – Quais dicas você deixa para quem continua tentando aprovação e até agora não obteve sucesso?

Ellen Verri – Amigo, se você estiver passando por esta dificuldade hoje, acredite em mim: tudo é uma fase!
Eu entendo que passar num bom concurso público significa muito e demanda tempo. Sempre entendi. Por isso, o conselho que te dou é que, antes de prosseguir, veja se há algo errado em sua jornada ou se, de fato, sua hora ainda está por vir. No primeiro caso, há uma oportunidade de você se autoconhecer e de mudar a sua estratégia, se preciso for.

Já no segundo, que também não é fácil, não resta outra coisa senão aguardar. É algo que foge de nossa alçada. Seja qual for a sua condição, a minha dica é que você jamais desista. Na vida de concursanda, percebi que é melhor progredir que ser perfeito. Então desejo que você não desista e progrida. Quando a sua aprovação vier, você sentirá que viveu para ver esse dia e todos os problemas se tornarão pequenos. Não é paz que você quer lá no fundo? Pois, então, ela chegará.

Ah, caso queiram me perguntar algo, sintam-se à vontade para escrever no ellenverri@hotmail.com. Terei o grande prazer em ajudar!

 

 

Equipe Ponto dos Concursos.