Entrevistas

Gleides Lopes Barroso


Conheça como o coaching do Ponto ajudou a Gleides a conquistar sua aprovação



Gleides Lopes Barroso – Aprovada para o concurso da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará para o cargo de Assistente Administrativo.

 


Ao contrário do que diriam alguns céticos sobre a importância da motivação diária na preparação para concursos - com incentivos, frases, casos de sucesso, etc. - para se manter firme nos estudos, a história da Gleides revela que boa parte dos concurseiros desmotivados e desesperançados só precisam mesmo dessa pílula diária, além, claro, de uma boa orientação profissional de quem conhece o caminho a ser percorrido para alcançar a aprovação em um concurso público. 



Segundo Gleides, foram muitos materiais, apostilas e livros, comprados desde 2011 e muitas horas de preparação mal direcionadas. Quando decidiu estudar para concursos ela tinha uma vida corrida como professora, dona de casa e mãe de uma menina de 2 anos, que pela idade necessitava de muita atenção. 



Depois de 3 anos estudando para concursos e sem nenhum resultado satisfatório - apenas frustrações, desmotivações e muita falta de confiança em si própria - ela finalmente viria a conhecer o gostinho da vitória. No início de 2014, ficou sabendo do Coaching do Ponto e resolveu ler um pouco mais sobre a proposta, foi quando uma pontinha de esperança surgiu. Ela agarrou a oportunidade e em pouco tempo veio a primeira aprovação.

 

 

“Para quem precisa de direcionamento, organização, planejamento e motivação nos estudos, assim como eu, tenho certeza que esse projeto será um diferencial para aprovação”, afirmou Gleides.

 

 

O que parecia ser um desafio para ela, também foi para o seu coach Igor Oliveira, que não desanimou e agarrou firme o sonho da aluna. Logo no início percebeu seus maiores desafios para reverter a história e não perdeu tempo.

 

 

“A primeira urgência foi resgatar sua autoestima, sua autoconfiança. Isso era essencial. Se ela não estivesse muito confiante não iria dar certo. O tempo era muito curto e ela tinha que deixar de ser cordeiro para se tornar leão em pouco tempo. Não era uma opção”, afirmou o professor.

 

 

Passada a fase de insegurança, e já uma leoa, a nova meta da Gleides é a Receita Federal do Brasil.
Não temos dúvidas de que você é capaz, Gleides!

 

 

 

Confira com detalhes a entrevista que o Ponto fez com a Gleides e com o coach Igor Oliveira:

 

 

 

Ponto dos Concursos - Gleides, essa é sua primeira aprovação em concurso público?

 

 

Gleides - Bom, eu sou professora da rede municipal de ensino na minha cidade e licenciada em Matemática pela UFPA. Trabalho na educação desde os 18 anos. Foram dois concursos nesse período, todos na educação. Gosto muito da profissão, e a exerço com muita dedicação, mas sempre quis um pouco mais. Infelizmente, as condições de trabalho são difíceis, tanto para o professor quanto para o aluno. Além disso, durante esse tempo, adquiri um problema de garganta, típico de professor, dificultando ainda mais o exercício do meu trabalho como professora.

 

 

 

Ponto dos Concursos – Desde quando estuda para concursos e o que te motivou?

 

 

Gleides – Então, a situação como professora foi ficando cada vez mais difícil, condições de trabalho, problemas de saúde. Às vezes brinco dizendo que, hoje, ser professor é uma profissão de risco (risos). Eu tinha que mudar de profissão e isso era fato, mas não sabia por onde começar, estava me sentindo perdida. Fui descobrindo esse mundo dos concursos aos poucos. Demorei muito tempo para entender como funciona.

 

 

Em 2011 comecei a pesquisar tudo na internet, concursos abertos, previstos, por região, até que encontrei o Ponto dos Concursos. As entrevistas me chamaram muito a atenção, creio que li todas, elas me motivaram e me emocionaram muito. Era isso, decidi estudar mesmo, sem a menor noção de técnicas e estratégias de estudo. Escolhi o concurso do INSS e segui a bibliografia recomendada. Passei a lista de livros para o meu esposo, que me apoiou muito nessa decisão e, de brinde, ele me trouxe uma cadeira. Naquele momento imaginei: agora não tem mais volta!

 

 

Os meus primeiros livros foram do Marcelo Alexandrino e do Vicente Paulo, que me ajudaram a dar passos iniciais em Direito Administrativo e Constitucional.

 

 

Foi então que comecei a estudar duro, do meu jeito, uns 4 meses até a prova acontecer, revezando com trabalho (200 horas mensais), casa, família e minha filhinha de 2 anos na época. Desanimei várias vezes! Descobri a dor de deixar minha filha, muitas vezes doentinha em casa, para poder estudar e, sinceramente, até hoje considero a pior parte. Tentei estudar todos os horários possíveis, pela madrugada, tarde da noite, fins de semana e nada dava certo, nenhum planejamento funcionou.

 

 

Hoje eu vejo que aquilo estava além da minha capacidade de iniciante. Resultado: fiz a prova e apesar de 75% de acerto não passei, mas obtive um bom resultado, considerando a situação. Mesmo assim, confesso que esse resultado me desanimou muito, não consegui seguir em frente.

 

 

Meus planejamentos não davam certo, não tinha foco, faltava autoconfiança e somado tudo isso às responsabilidades da vida, fui me distanciando. Foi então que decidi adiar esse objetivo mais um pouco e realizar outro sonho, ter meu segundo filho. Lembro-me de ter planejado até o mês do nascimento para somar a licença com minhas férias, assim passaria mais tempo com ele. Infelizmente perdi meu filho aos 5 meses. Aqui não vou me demorar porque é uma ferida aberta na minha vida, que talvez só o tempo possa amenizar o que sinto.

 

 

 

Ponto dos Concursos – O que te motivou a fazer o Coaching do Ponto? Quando começou?

 

 

Gleides - Eu andava deprimida com a vida, estava pior do que antes, mas o sonho ainda estava ali e ainda precisava mudar de profissão. Como certos hábitos não mudam, nunca deixei de acompanhar os concursos. Assim, descobri essa proposta, simplesmente maravilhosa do Ponto, o coaching para concursos públicos.

 

 

Fiquei encantada e pensei: o Ponto arrebentou! Porque algo insuportável nessa jornada é a solidão. O fato de poder conversar com alguém que já viveu tudo isso, que com sua experiência sabe todos os atalhos desse caminho é fantástico. A escolha do Coach não foi fácil, afinal são todos profissionais, então fui lendo todas as propostas, mas a do Igor parece que foi escrita pra mim.

 

 

Mas, tinha um problema, na vida que levo não poderia seguir de cara o concurso dos sonhos, precisava urgente mudar de profissão e esse era o primeiro passo, um concurso que mantivesse minha renda, com um ambiente melhor de trabalho e estável. Então surgiu esse concurso da Unifesspa, a oportunidade que precisava. Como o coaching do Igor não é voltado para um concurso específico, fiquei com medo que ele não aceitasse. Na proposta dele tem uma conversa inicial de 40 min, mas a nossa durou quase 2 horas, nunca vou esquecer esse dia. Fiquei tão aliviada, parecia que eu não conversava há anos (risos). Ele aceitou e começamos assim que saiu o edital, em 21 de janeiro.

 

 

 

Ponto dos Concursos – O que considera ter sido fator determinante para sua aprovação?

 

 

Gleides - Com certeza foi o coaching! Considero um presente na minha vida. Desde que pensei em concurso público minha vida é investir. Tenho muitos livros, vídeos, cursos em PDF, e mesmo assim nada dava certo, faltava alguma coisa e quando descobri essa proposta não pensei duas vezes. Eu tive certeza que era isso que eu estava precisando. E não me enganei, foi surpreendente e considero o melhor investimento que já fiz em concurso público. Investimento é coaching, melhor decisão e escolha, sem dúvida. Para quem precisa de direcionamento, organização, planejamento e motivação nos estudos, assim como eu, tenho certeza que esse projeto será um diferencial para aprovação.

 

 

Outro fator, muito importante, foi o apoio constante do meu esposo. Ele decidiu fazer também esse concurso, para outra área, somente como uma força mesmo, e para nossa felicidade fomos aprovados. Uma realização em dose dupla.

 

 

 

Ponto dos Concursos – Como, exatamente, o Coaching te ajudou a alcançar seu objetivo? Como era sua rotina de feedbacks com o Coach e de estudos?

 

 

Gleides - A primeira sensação que tive foi de apoio, não estava mais sozinha. Tentei me preocupar em seguir o planejamento, mas, por outro lado, não tinha autoconfiança necessária e ainda me sentia insegura, nunca pensei que poderia passar assim de primeira.

 

 

O Igor foi muito paciente, entendeu minhas dificuldades e meu ritmo. Sinceramente, não sei como ele consegue. Ele esteve presente comigo todos os dias, o feedback era diário e isso foi aumentando minha confiança. Mas tive que fazer algumas mudanças, decisão minha mesmo. Eu estava tão desanimada que não acreditei que iria passar, mas decidi fazer o possível. Assim, abri mão de parte da carga horária de trabalho, o que me proporcionou um tempo livre pela manhã.

 

 

Lembro-me que o Igor teve inclusive a preocupação de deixar um momento para mim e minha filha, isso foi maravilhoso porque minha consciência não pesava tanto.



 

Ponto dos Concursos – O que foi mais trabalhado nesse acompanhamento?

 

 

Gleides - No meu caso, com certeza foi a motivação. Sei que dei trabalho para o Igor, porque não conseguia dizer o que estava sentindo e quando ele percebia me emocionava muito. Acho que ele fez um trabalho de Psicólogo comigo, foi um resgate mesmo.

 

 

A disciplina também foi importante nessa jornada, é difícil de mantê-la. Sentia-me na obrigação de prestar contas, era um trabalho diário e isso foi muito positivo, porque me forçava a cumprir o planejamento. Não queria dizer algo que não fosse verdade, seria enganar a mim mesma. Quando não dava para cumprir tudo, porque estudar em casa tem as desvantagens e imprevistos, procurava compensar à noite para ser fiel ao planejamento.

 

 

 

Ponto dos Concursos – Como era sua rotina de preparação?

 

 

Gleides - Quem conhece o Igor sabe que ele é extremamente dedicado e organizado. Após a nossa conversa, ele me enviou o planejamento, que considero simples, abrangente e objetivo.



O planejamento foi mudando com o tempo, conforme a necessidade, mas a princípio eu estudava três tempos pela manhã de 1h30 e aos finais de semana fazia simulados. Tudo foi minunciosamente analisado por tabelas e gráficos, que facilitou muito na medição da minha evolução. Aos poucos os meus pontos fracos foram aparecendo, tipo Português, foi então que dobramos os simulados de Português. Não encontramos muitas questões da parte de legislação do concurso, então surgiram os fichamentos.

 

 

Depois de fechar o edital, revisava Português com provas de concursos semelhantes, fichas para legislação e muitas questões para a parte específica.

 

 

Para meus momentos de desânimo, ele sempre me enviava mensagens, vídeos, filmes, tudo que pudesse me apoiar. Foi um parceiro mesmo, nem sei como agradecer.



 

Ponto dos Concursos – O que você tem a dizer aos candidatos que, assim como você um dia, não acreditam que podem alcançar a aprovação?

 

 

Gleides - Na primeira conversa que tive com o Igor, eu disse que precisava de uma aprovação e naquele momento não me importava em que área fosse. Ele me respondeu com uma pergunta: Gleides o que é a felicidade pra você?
A questão é que eu precisava sentir que era possível. Quantas vezes eu pensei em desistir? Quantas vezes pensei que nunca passaria? Várias vezes! Mas agora eu sei que é possível. Então, acima de tudo, nunca deixe de acreditar em você, não importa quão difícil pareça a jornada.

 

 

Respeite seu tempo, seu momento, conhecimento também precisa de tempo. Mas não desista, continue, avance, nem que seja um centímetro por dia, mas não pare e não recue.

 

 

Se esforce ao máximo, dê o seu melhor. Escolha um concurso, foque nele, faça um planejamento possível, mas desafiador. Tenha disciplina, lembre-se que será um passo por vez, mas de forma contínua. Vai parecer difícil, impossível às vezes, mas tenho convicção de que depois de percorrer todas as etapas, você estará pronto.

 

 

 

Ponto dos Concursos - Um recado para o professor Igor Oliveira?

 

 

Gleides – Igor, primeiramente quero lhe parabenizar por essa pessoa especial que você é, pelas virtudes que tem e principalmente por esse seu lado humano, que faz de você uma pessoa com uma sensibilidade imensa, capaz de estar e vivenciar conosco cada dia, seja no desânimo ou na alegria, e de comemorar o mais simples avanço.

 

 

Em segundo lugar, quero te agradecer por essa conquista. Você sempre fala que nessa aprovação o mérito é todo meu, mas tenho certeza que não. Fui aprovada nesse concurso graças a nossa parceria, a sua paciência e tranquilidade.



Obrigada por me ensinar a ver a vida de forma diferente, a importância das pequenas coisas, a controlar a ansiedade, a ter autoconfiança, a respeitar meu tempo e meu momento. Foram lições de vida mesmo, e esse aprendizado eu espero levar comigo sempre em todas as situações. Por isso, na minha vida, o coaching foi muito além de concurso público. Serei eternamente grata.



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Entrevista – Coach - Professor Igor Oliveira

 

Coach Igor Oliveira

 



Ponto dos Concursos – Professor, como foi ter sido Coach da Gleides?

 

 

Igor Oliveira – É sempre uma honra. Compartilhar da história de vida de várias pessoas me engrandece também como pessoa. Eu aprendo muito. A Gleides é muito gente fina e tem uma história incrível. Ela tinha muita vontade de aprender e melhorar de vida.

 

 

No entanto, ela chegou até mim como vários outros: um monte de caquinhos. A autoestima dela era muito baixa. Chegava até ser engraçado às vezes, porque ela pedia desculpa por tudo. Mas ela tinha uma vantagem incontestável: humildade. Estava aberta a novos ensinamentos. Com muito jeitinho e trabalho em equipe colamos os cacos.

 

 

 

Ponto dos Concursos – Quais os maiores desafios de um Coach?

 

 

Igor Oliveira – Creio que é literalmente “entrar na cabeça do aluno”. Conhecer as suas reais dificuldades, não apenas aquelas aparentes. Costumo brincar que o coração do aluno é um labirinto de sutilezas. Você tem que ter certa sensibilidade para cativá-lo e conseguir convencê-lo do melhor caminho a trilhar. É um trabalho de liderança pesado. Cativado e convencido, a aplicação da técnica fica bem mais suave.

 

 

Veja que não é apenas fazer um quadro de horário e entregar para o aluno seguir. É muito mais complexo que isso. O serviço deve ser personalizado e detalhado para não gerar dúvidas. Ao mesmo tempo necessita ser simples, pois deve ser de fácil execução. Uma padronização sempre existe, mas é preciso atender ao aluno como se fosse único, como se os problemas dele fossem os seus problemas.

 

 

Em contrapartida, é uma oportunidade incrível de ensinar aquilo que lhe foi útil um dia e ainda o é. É lindo ver a pessoa crescer. Ser testemunha disso. Há casos no coaching de alunos que não apenas passaram em concursos, mas que também aperfeiçoaram suas vidas em todos os sentidos, desde emagrecimento até a conquista de hábitos mais saudáveis. Eu acredito que você deve ter uma visão holística do processo de preparação, pois quando a vida não vai bem, os estudos falham.

 

 

No caso da Gleides, eu sabia que esse concurso era uma ótima chance de melhorar sua qualidade de vida, ter um trabalho mais tranquilo e ainda ficar na sua cidade. Ela é mãe e merecia todo meu esforço e consideração.

 

 

Depois a Gleides me contou que seu marido, ao ver sua dedicação, decidiu fazer o concurso também e, pasmem, passou! Dobradinha na família!

 

 

É a recompensa por um trabalho em equipe bem feito.

 

 

 

Ponto dos Concursos – Como funcionou o acompanhamento da Gleides?

 

 

Igor Oliveira – A primeira urgência foi resgatar sua autoestima, sua autoconfiança. Isso era essencial. Se ela não estivesse muito confiante não iria dar certo. O tempo era muito curto e ela tinha que deixar de ser “cordeiro” para se tornar “leão” em pouco tempo. Não era uma opção.

 

 

Mas havia um problema. Ela era muito tímida. Assim, pra que ela cumprisse o que eu queria era preciso me aproximar dela. O pré-requisito da liderança é a confiança. Comecei a perceber que tínhamos coisas em comum. Ela gosta do Pequeno Príncipe e de desenho animado, coisas que também gosto. Era o gancho que eu precisava. Foi a partir daí, depois de muitas conversas, que ela começou a acreditar em mim. Comecei a trazer ela pro meu mundo.
Passada essa fase, iniciei a lavagem cerebral. Elaborei um programa de motivação nos bastidores e a cada recaída dela eu tinha uma carta na manga. Ensinei a ela que é possível apenas cumprir sem questionar, como um militar. Utilizei técnicas meditativas e de respiração pra que ela se acalmasse. Era necessário não deixar a motivação se transformar em euforia, nem a calma em procrastinação. Um equilíbrio muito sutil.

 

 

Paralelamente, na parte técnica, detectamos, após alguns simulados, que ela tinha dificuldades em Português. Intensificamos o estudo dessa disciplina com provas antigas em bancas semelhantes àquela que a Gleides iria prestar o concurso. Não poderia ser qualquer banca, pois iria mascarar o rendimento real. No final ela fazia uma prova de Português todo dia pela manhã.

 

 

Além disso, ela estava com dificuldades para memorizar as várias normas que o concurso exigia, uma vez que não havia muitas questões sobre os assuntos dessas normas. Para tanto, criamos um mecanismo de fichas em que ela anotava o que havia de mais interessante nas normas ou fazia mapas mentais. Frequentemente ela me enviava fotos das fichas para conferência. Brincava com ela que as fichas dela eram muito bonitas, pois ela adorava fazer nuvens rosa nas fichas. Coisa de menina (risos). Desculpe Gleides, não resisti e contei. Ela passava todos os dias os blocos de fichas.

 

 

Monitorei o progresso dela nos simulados através de gráficos. Houve uma melhora significativa do rendimento com o passar do tempo.

 

 

Quando a prova foi se aproximando, temi que um possível desequilíbrio emocional minasse suas chances de sucesso. Comecei a me comunicar com ela três vezes ao dia em média a fim de garantir a manutenção do equilíbrio alcançado.

 

 

Para jogar uma pá de cal combinamos de nos falar na véspera da prova.

 

Depois disso tudo a Gleides só deslizou rumo à aprovação. Resultado: gabaritou legislação e fez 90% da prova de Português.

 

 

Foram três meses intensos, mas valeu a pena.

 

 

 

Ponto dos Concursos – O que é fundamental para que um aluno em início de estudos, e sem muita base, consiga um bom resultado?

 

 

Igor Oliveira – Abrir o coração e ser pragmático. Se você não está disposto a escutar, “aprender a aprender”, você vai bater muito a cabeça e sofrer. Humildade intelectual é essencial.

 

 

Quanto ao pragmatismo, não adianta ficar lendo dúzias de livros. É preciso ter uma visão mais prática do processo. Faça uma engenharia reversa a partir das provas antigas. Você vai se surpreender como está perdendo tempo.

 

 

 

Ponto dos Concursos – Algum recado pra Gleides?

 

 

Igor Oliveira – E aí moça, mais tranquila agora? (risos)

 

 

Gleides, eu gostaria de te agradecer pela oportunidade de ter te conhecido e pela confiança em meu trabalho. Você tem fibra e soube se superar. Aquela timidez inicial sumiu frente a sua vontade de passar. Você se agigantou. Como te disse, você precisava apenas de um leve empurrão.

 

 

Não posso falar que chorei, pois os fuzileiros navais não choram, eles suam pelos olhos, mas confesso que fiquei emocionado com sua aprovação.

 

 

Foi uma vitória e tanto essa. Mas prometi que iria te colocar na Receita Federal e só vamos descansar quando você passar. Só acaba quando termina. Um fuzileiro jamais abandona o outro. Beleza? (risos)

 

 

Abraços na família!



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Equipe Ponto dos Concursos.