Prof. Fernando Mesquita

24/05/2013 | 15:10
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A importância de repensar as ferramentas da preparação para estudos.

Mais importante do que a pergunta anterior é: "estudar TEM de ser difícil"?

Sei que você provavelmente acha que sim. Mas sei que você sabe que a minha resposta provavelmente é não.

No dia 22/05, o professor Vicente Paulo postou, em sua página no Facebook, um (raro) relato sobre sua preparação. Ele fala de razões por que sua história não é boa fonte de comparação. Alguns dos trechos mais interessantes do relato foram:

"sou do tipo que começa a estudar às 8 h da manhã e, com pequenos intervalos para descanso, chego tranquilamente - e com bom rendimento - às 23 h!"

"não foram poucas as vezes em que eu li, da primeira à última página, num mesmo dia, um livro acadêmico, ou mesmo 1,5 livro"

"como o edital do meu concurso cobrava Filosofia do Direito, e eu mal sabia o que era isso, saí lendo tudo o que via pela frente sobre o assunto, só faltei ir a São Paulo, à casa do professor Miguel Reale, pegar indicação de mais livros de filosofia!"


Por fim, diz que "Nenhum professor especializado recomendaria, nos dias de hoje, que um candidato saia por aí estudando 15 horas por dia, muito menos se preparando por meio da leitura de livros e mais livros, na tal estratégia (furadíssima!) de aprender o Oceano para usar na prova um Grão de Areia!"

O relato do professor V.P., embora como ele mesmo tenha dito seja uma concepção antiga e que não representa a realidade atual, infelizmente ainda é percebida por algumas pessoas como sendo o modus operandi para a aprovação em concursos. Mas não precisa ser.

O mundo é outro e os problemas são outros - assim como as soluções. O que era o padrão aceitável (muitas vezes o único) na preparação para concursos hoje está ultrapassado, substituído por tecnologias e atividades imensamente melhores. Como eu sei? Fácil. A dificuldade dos concursos aumenta a cada ano. E isso só acontece porque a qualidade dos candidatos também aumenta. Ora, se os candidatos continuassem os mesmos, não haveria razão para aumentar a dificuldade das provas, pois ninguém passaria.

Estudar era difícil. Mas não porque era difícil em si, mas porque não havia toda a estrutura e as possibilidades que existem hoje para auxiliar o candidato a enfrentar o desafio.

Mas o ponto mais interessante, em minha opinião, de todo o relato do professor foi uma frase ao final que me chamou muita atenção. Ele disse que todo profissional experiente sabe que "o candidato leva mais tempo para aprender a estudar do que, depois, para ser aprovado em concurso". A verdade é dura, mas aceitá-la poupa tempo - que é moeda escassa.

Tenho falado aqui, nos últimos dias, sobre o Coaching para o cargo de Técnico Legislativo - Assistente Administrativo (clique em "aula demonstrativa") da Câmara dos Deputados (TLAA/CD) porque realmente acredito que a próxima leva de servidores desse cargo será feita de candidatos que aprenderam a se preparar com antecedência. Em breve, escreverei um artigo sobre a importância do preparo antecipado, mas nesse momento, tome uma atitude e comece a se preparar.

Se hoje a coisa está difícil, para nossos filhos o padrão provavelmente será o preparo muito antecipado. Mas hoje, ainda achamos que é possível passar em 3 semanas - sem ter estudado com antecedência. Bom, possível tudo é, mas será que é o melhor caminho? Somos servidores públicos, primordialmente, por querermos segurança e estabilidade. Essa é uma atitude segura e estável?

Estudar não precisa ser difícil. Na verdade, é simples, mas posso repetir isso aqui um milhão de vezes, porque aprendi da forma como V.P. aprendeu: dando "cabeçadas na parede". Incansáveis são os autores que dizem "planeje seus estudos, use bons materiais, faça exercícios, revise e adapte e você será aprovado". O problema é que cada palavra dessas carrega consigo outras 15 atividades, algumas complexas, algumas simples.

O coaching surgiu como resultado de um mundo cada vez mais complexo. Temos cada vez menos tempo porque temos de fazer cada vez mais coisas no mesmo tempo que temos.

Portanto, se você pretende se preparar para a Câmara e que que sua preparação seja a melhor possível e com toda a antecedência que é necessária, clique aqui e conheça o coaching intensivo para TLAA. Treinamentos, organização, exercícios, revisão, técnicas de estudos e a preparação que você merece para trabalhar em um dos melhores órgãos do país.

Bons estudos e sucesso (nessa ordem),
Fernando Mesquita
fernando.mesquita@pontodosconcursos.com.br


Comentários

  • 24/05/2013 - Silvio
    Uma dúvida sobre o coaching: os materiais que o aluno utilizará para estudar já serão fornecidos pelo professor ou essa compra será feita a parte? Serão todas aulas do Ponto?
  • 25/05/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Sílvio,

    O coaching normalmente não contempla o fornecimento de materiais - ele trata da preparação do candidato para enfrentar os desafios. No caso específico dessa turma, fornecerei alguns materiais em PDF das matérias específicas para os participantes que se matricularem até o início das turmas.

    Além disso, farei indicação de livros que podem ser adquiridos para se aprofundar nas matérias ou começar os estudos, se for o caso.

    Dúvidas? Só escrever.
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