Prof. Bruno Fracalossi

21/02/2016 | 13:49
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A sua escalada pessoal do Monte Everest!

Oi pessoal, tudo bem?

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O montanhismo é algo que me traz muito interesse. Apesar de ter escalado pouquíssimas vezes, e só em lugares baixos, o Monte Everest, na Cordilheira do Himalaia, que faz fronteira entre o Nepal e a China, e o Monte Aconcágua, na Cordilheira dos Andes Argentina, são dois desafios que eu quero poder ter a felicidade de alcançar algum dia. Nem que seja alcançando somente o campo base, e não o cume de ambos.

 

        

          Monte Everest

Escalar uma montanha é um desafio que pode ser correlacionado com passar em um concurso, em virtude de um objetivo final, e de um tempo árduo e longo de preparação prévia.

O cume do Monte Everest está a 8.850 metros acima do nível do mar. Nessa altura, correspondente a de um vôo de cruzeiro, na estratosfera terrestre, já estamos na “death zone” (zona da morte), onde o seu corpo morre aos poucos, em razão do ar rarefeito. Acima dos 8.000 metros de altitude, o corpo absorve somente 30% do oxigênio disponível na atmosfera.

Com menos oxigênio, a coordenação motora cai a níveis críticos, os músculos não funcionam, e a pessoa não pensa direito. O cansaço é gigantesco. Tudo isso, aliado a um frio de 40º negativos, e ventos de 120 kilômetros por hora, transformam o desafio em algo muito difícil, e as chances de colapso e morte são gigantescas. Por isso tanta gente morre ao tentar escalar o Everest.

Nota-se que é preciso estar devidamente preparado para se escalar uma montanha tão perigosa, e para isso o seu corpo tem que se ambientar à altitude.

Se uma pessoa subir de uma vez do nível do mar ao pico do Everest, ela morre em minutos. Então, para se submeter a essa escalada, o montanhista precisa de longa preparação física, e ambientação à altitude. O processo de se escalar o Everest leva no mínimo um ano e meio de preparação.

Apesar de muitas pessoas morrerem, mais de 5.000 já conseguiram atingir o cume do lugar mais alto do mundo.

Para isso, elas precisam de um ano de exercícios físicos quase diários, para conseguir vencer o enorme cansaço e a falta de oxigênio em altitude elevada. Sem esse preparo, o risco de um edema pulmonar ou cerebral é muito grande.

Depois desse ano de preparação física, o montanhista precisa caminhar por 10 dias entre uma cidade chamada Lukla (onde se pouca em uma pista inclinada, sendo um dos pousos mais emocionantes do mundo) até o campo base. E aí começa o verdadeiro desafio de se subir a montanha, se instalando em mais quatro acampamentos até o dia final de ataque ao cume. Esse trajeto todo deve ser feito em mais ou menos 40 dias após o dia de chegada ao acampamento base.

 

                                                 
                                                 Aeroporto de Lukla

O acampamento-base, de onde saem as expedições, fica numa altitude de 5 400 m. Os alpinistas passam uns dez dias lá se habituando ao ar com 50% menos oxigênio que ao nível do mar. Nesses dias, eles treinam pequenas escaladas na região.

       

         Expedição até o cume do Everest            

                                       

                                       Campo base do Everest

Entre o acampamento-base e o acampamento 1 já há um primeiro grande desafio. O trecho chamado Cascata de Gelo Khumbu é um grande e instável labirinto de blocos de gelo, com fendas entre eles. Para atravessá-las, escadas são improvisadas como pontes.

Cascata de Gelo Khumbu

Com cordas e escadas já montadas no caminho, o trajeto até o acampamento 1 dura seis horas. Aqui, a 6 100 m, os alpinistas passam mais uns dias se aclimatando à nova altitude. Nos demais acampamentos, sempre entre dois trechos difíceis da escalada, essa rotina se repete.       

                         

                         Acampamento 1

No caminho até o acampamento 2, os alpinistas passam pelo vale glacial Western Cwm. É uma caminhada sem grandes desafios técnicos, mas a falta de vento e a exposição direta ao Sol levam os alpinistas ao desespero devido ao calor. Eles rezam para uma nuvem tapar o Sol.



Western Cwn

Devido à inclinação do Everest, quem escala pela rota sul desvia pelo Lhotse, a quarta maior montanha do mundo, no trecho entre os acampamentos 2 e 3. Mas o atalho não é fácil: trata-se de um paredão de gelo com inclinação de até 80 graus em alguns pontos!

O desafio entre os acampamentos 3 e 4 são os paredões Yellow Band e Geneva Spur. São trechos em rochas sem gelo. Nesta área, os alpinistas também começam a sentir necessidade de usar tubos de oxigênio por causa da altitude acima dos 7 mil metros.


Yellow Band (Franja Amarela)

O último acampamento é o 4, montado um pouco abaixo da chamada zona da morte. É que, a partir dos 8 mil m, o alpinista tem tempo contado para alcançar o cume e voltar à zona de segurança antes que seu corpo entre em colapso e ele morra.


                                                 

                                                 Acampamento 4, no South Col

Para chegar ao cume, há ainda dois obstáculos. O primeiro é a Cornice Traverse. São só 120 m de caminhada, mas você segue numa trilha estreita, exposta ao vento e com abismo dos dois lados! Qualquer erro pode ser fatal!

A Cornice Traverse termina no Degrau de Hillary, uma escadaria vertical de 12 m, escalada com cordas. O trecho é tão estreito que só passa uma pessoa por vez. A falta de oxigênio e o cansaço fazem com que muitos desistam aqui, a 50 m do cume!


Hillary Step

Os alpinistas costumam iniciar o ataque ao cume à noite. Partindo do acampamento 4, eles levam 12 horas para subir até lá. É preciso estar no cume por volta do meio-dia para dar tempo de voltar ao acampamento 4 ainda de dia. Só dá para apreciar a vista por alguns minutos.

Repare como o desafio é árduo, os riscos intensos, porém, mesmo assim, possível para aqueles que sonham em estar no lugar mais alto da Terra. E como ele conseguem isso? Através de muito foco, muita dedicação, muitas horas de preparação física e sofrimento.

Todos que alcançam o cume se dizem eternamente realizados, e com a sensação de dever cumprido.

Você já conseguiu fazer a relação com a sua prova e os seus estudos? Quanto tempo de preparação você acha que leva para conseguir ser aprovado em um concurso TOP? Assim como na escalada do Everest, se você começar a estudar hoje, e prestar a sua prova daqui a dois meses, é morte na certa, ou no caso, reprovação!

Podemos fazer esse paralelo da preparação para a escalada do Everest com um processo de estudo para uma grande prova.

O ano investido com a preparação física para se deslocar ao campo base do Monte pode ser relacionado com o ano gasto após o seu contato inicial com as matérias do seu concurso foco, através do primeiro contato com teoria, com a releitura da mesma,  produzindo resumos e revisando-os, e com a massificação do aprendizado do conteúdo ao final de cada um dos capítulos lidos. Essa é a fase de preparação física, mental e emocional para uma grande prova.

Ao se alcançar o campo base, no seu caso, com a publicação do edital, chegamos ao desafio final do caminho ao cume, através dos 40 dias.

Entre um edital e uma prova, temos, geralmente, entre 60 e 90 dias, e esse é momento de aclimatação final rumo ao cume, ou o domingo de maratona na sala de aula. Aqui, o momento é o de revisão final, foco pesado em exercícios, e estudo das matérias novas.

Os acampamentos 1, 2, 3, e 4 podem ser parodiados com as fases dos estudos. A fase 1 é a de leitura inicial, a fase 2, da produção de resumos e revisões, e a fase 3, de testes e simulados, além de revisões programadas, e leitura de legislação.

Pronto! Você está preparado para o ataque final ao cume, ou seja, ao domingo de prova!

Não há conquista sem superação! Não há sucesso em seu objetivo sem um bom planejamento e uma estratégia inteligente! E isso não é só nos estudos. É para tudo o que você deseja em sua vida.

Nada que valha a pena cairá em seu colo. E qual a graça de conseguir tudo sem se esforçar também?

Ter sucesso não é so ter dinheiro! Ter sucesso é se sentir realizado com as suas conquistas!

Mas saiba que o seu esforço é recompensado no final. Sempre é!


              

              Waldemar Niclevicz - primeiro brasileiro a escalar o Everest.

Você pode conquistar o seu MONTE EVEREST DOS CONCURSOS!

 

 

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Abaixo os links das aulas 01 a 10:

AULA 01

AULA 02

AULA 03

AULA 04

AULA 05

AULA 06

AULA 07

AULA 08

AULA 09

AULA 10

 

Um abraço.

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