Prof. Bruno Fracalossi

27/11/2015 | 14:52
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Desvendando a Esaf!

Fala pessoal, beleza?

Hoje o nosso artigo dará alguma dicas de como realizar as provas da Esaf.

Espero que gostem!

Na semana que vem, continuaremos com os nossos vídeos sobre as vantagens de desvantagens dos órgãos Públicos. A sequência que estou querendo seguir nas próximas semanas seria esta abaixo:

5º vídeo – Congresso Nacional;

6º vídeo – Tribunal de Contas da União;

7º vídeo – Polícia Federal;

8º vídeo – Tribunais Superiores (STJ/TSE/TST).

Os demais vídeos encontram-se no Canal do Bruno Fracalossi, no youtbe! Increva-se nele, ok!?

Depois dessa sequência, pensarei nos demais órgãos.

Se quiserem sugerir algum, é só escrever aqui em comentários.

Seguem as dicas sobre a Esaf:

 

ESAF - ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA

Uma das bancas mais temidas pelos concursandos, a ESAF representa o que há de mais complexo em termos de questões de concursos.

Para resolver as suas provas gigantescas e, costumeiramente, durante todo um final de semana, o concursando deve estar preparado física e emocionalmente.

A banca surgiu em 1945, com as primeiras experiências em cursos de aperfeiçoamento, do Ministério da Fazenda. Em 1967, foi criado o Centro de Treinamento do Ministério da Fazenda – Cetremfa, que se transformou na Escola de Administração Fazendária em 1973.

Em 1975, ocorreu a institucionalização da Escola como Órgão Central de Direção de Atividades Específicas do Ministério da Fazenda; em 1976, foi aprovado seu regimento interno, caracterizando-a como um sistema de Educação Permanente e, desde então, tem estado presente na seleção e no desenvolvimento de servidores públicos.

A ESAF está vinculada diretamente ao Ministério da Fazenda, e é uma banca conhecida por sua seriedade e credibilidade, apesar de histórico recente de suspeita de fraudes em seleções anteriores, notadamente nas da Receita Federal do Brasil.

Focada em treinamentos e capacitações relacionadas a temas tributários, orçamentários e fiscais, a banca organiza, além de seleções de concursos públicos e cursos de formação de carreiras, diversos cursos e eventos de capacitação com parceiros nacionais e internacionais.

Um de seus principais programas é o Programa Nacional de Educação Fiscal, o qual visa o estímulo de participação do cidadão no funcionamento e aperfeiçoamento dos instrumentos de controle social e fiscal do Estado.

Outra capacitação bastante importante da Instituição é a Semana Orçamentária, evento que visa atualizar, aperfeiçoar e gerar conhecimentos relativos aos instrumentos de planejamento, orçamento, administração financeira e compras no âmbito da Administração Pública Federal, por meio de discussão e disseminação dos aspectos mais relevantes aos temas expostos, além de propiciar maior capacitação dos servidores e gestores públicos federais, envolvidos com as atividades próprias do ciclo de gestão de recursos públicos.

A ESAF também oferece cursos de Pós-Graduação e de Mestrado em diversas áreas, organizados por ela ou em parceria com Universidades Federais.

Os cursos de formação de carreiras como as da Receita Federal, Controladoria-Geral da União, MDIC, entre outras, são ministrados na sede da instituição e nos demais centros regionais.

A sede da Esaf situa-se em Brasília, Distrito Federal, e as regionais são integradas através de dez Centros Regionais de Treinamento – Centresafs, com jurisdição em todo o território nacional, localizados na Capital Federal e nas capitais-sedes de Regiões Fiscais, nos principais Estados: Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP), e pelos Pólos de João Pessoa (PB) e Manaus (AM).

A ESAF é uma das mais temidas pelos concursandos. O nível de cobrança das questões é bem aprofundado, e versa principalmente sobre a letra da lei e jurisprudência.

Ou seja, além da leitura aprofundada da teoria através de livros e materiais em PDF, o candidato precisa estar com a letra da lei decorada. Do mesmo modo, necessita dar ênfase, de forma consolidada, às jurisprudências dos principais Tribunais do país, seja de primeiro (Juizados), seja de segundo grau (Tribunais de Justiça, Regionais e Superiores).

Quando nos referimos à letra da lei, mencionamos a lei de forma estrita, descrita em seu formato original.

A banca costuma copiar a letra da lei em suas alternativas e promover pequenas mudanças, o que gera armadilhas e faz com que o candidato se confunda.

É comum que as questões de múltipla escolha induzam sempre o candidato a ficar em dúvida entre duas alternativas. Isso é feito de forma proposital pela organizadora. Ela costuma inserir três alternativas fáceis e duas difíceis, e o candidato fica em dúvida entre essas duas mais complicadas.

Uma vantagem das questões de múltipla escolha é a possibilidade de eliminarmos as alternativas notadamente erradas logo na primeira leitura.

A minha estratégia para as provas da Esaf sempre foi a de começar a questão eliminando de cara essas alternativas notadamente erradas. Com as questões claramente erradas já eliminadas, fica muito mais fácil de achar a alternativa correta, com uma análise mais aprofundada geralmente entre apenas dois itens.

Uma organizadora possui milhares de questões em seu banco de dados. Essas questões são elaboradas por profissionais, professores ou não, contratados da banca.

A orientação é que sejam elaboradas questões de dificuldade pequena, mediana, difícil e muito difícil. A Esaf costuma incluir três alternativas entre média e fácil, e duas entre difícil e muito difícil.

Em todos os concursos, há uma espécie de orientação para que uma das matérias seja de nível muito mais alto do que as demais.

Posso citar alguns exemplos: na prova de Auditor-Fiscal da Receita Federal de 2005, a matéria de Matemática Financeira e Estatística foram quase impossíveis, e eliminaram vários candidatos, em razão de a banca exigir um mínimo de 40% nessa prova.

No concurso de Técnico da Receita Federal de 2006, foi a vez da informática.

No concurso de AFRFB de 2012, Auditoria. E no concurso da CGU de 2012, Direito Administrativo.

Mas isso é normal, e é uma forma de a banca fazer uma seleção natural.

Outra característica da banca é a exigência de mínimo por provas e por matérias, e é nesse ponto que se encontra o gargalo da reprovação.

Uma das situações mais observadas nas provas da Esaf é a de o candidato obter uma pontuação muito alta no conjunto geral de provas, mas ficar de fora dos aprovados por não ter obtido a pontuação mínima exigida no edital.

As provas de Português da banca costumam ser bem desgastantes, apesar de não tão complexas. Geralmente, em uma prova de 20 questões dessa matéria, o candidato que já treinou muito estudando questões anteriores não gasta menos do que 90 minutos para resolvê-la por inteiro.

Como a prova exige concentração e paciência, eu sempre recomendo aos meus alunos que essa seja a primeira a ser feita em um concurso.

O conteúdo mais cobrado nas provas de Português é o de interpretação de textos, e menos de gramática, a qual se vê cobrada, costumeiramente, dentro de um contexto, inserido nas próprias questões de interpretação. Ou seja, há pouca cobrança de gramática literal em suas questões, o que facilita demais o estudo dessa matéria nas provas da Esaf.

O nível de dificuldade das provas de Português é bem inferior às da FGV, por exemplo, que cobra muito a parte gramatical.

Uma das vantagens dessa prova da Esaf é que o candidato não precisa ser um especialista no conteúdo da nossa língua para ter um bom desempenho. Logicamente, ele deve ter um conhecimento no mínimo regular das regras gramaticais, mas o que define mesmo é a concentração, a atenção e a paciência para resolvê-la.

Faço um paralelo das lutas de boxe com as provas de Português da Esaf. Nas lutas de boxe, após determinado tempo de combate, o que define a vitória acaba sendo o preparo físico do lutador, e não as suas técnicas.

Nas provas de Português dessa banca, o que define mais é a paciência e a concentração do candidato, e menos o seu conhecimento da língua em suas regras literais.

Existem vários relatos de aprovados que não eram expert em Português, mas que aprenderam o formato de cobrança da banca, e assim conseguiram uma bela pontuação.

É comum verificarmos pontuações acima dos 80% em Português, em média, nas listas dos aprovados das provas da Esaf, a não ser que essa matéria tenha sido a escoliada para ser a mais difícil do concurso.

Outra prova não tão difícil dessa banca é a de língua estrangeira, mais especificamente de inglês e espanhol. Essas duas são as mais cobradas, mas temos concursos em que o francês também aparece.

Geralmente, a prova de línguas também envolve mais interpretação e menos regras gramaticais. O candidato precisa saber então traduzir o texto dado, que as respostas virão naturalmente.

A prova costuma versar sobre notícias relacionadas ao assunto do órgão para o qual as vagas são destinadas. Recomenda-se então que o candidato estude através de leitura de jornais estrangeiros correlacionados, como o The Economist para as provas da RFB.

A Esaf também possui uma forma própria de cobrar as matérias de Direito. O foco nelas deve se dar em muita leitura da legislação seca em provas de menor nível de dificuldade, como as dos concursos de nível médio e com salários mais baixos.

Por sua vez, em concursos de nível superior, e com altos salários, os Direitos são cobrados através de muita jurisprudência de Tribunais, legislação correlata e doutrina.

Recomenda-se então a leitura dos principais julgados mais recentes, das legislações relacionadas, códigos, constituição federal, além de doutrina.

Ao mesmo tempo, o postulante ao cargo público deve se atentar à resolução de milhares de questões de provas anteriores da própria Esaf, pois muitas delas são repetidas, ou sofrem pequenas alterações.

Reza a lenda que o primeiro colocado da prova de Auditor-Fiscal da RFB de 2005, após tanto repetir o estudo das questões de Direito Administrativo em sua preparação, conseguiu localizar 18 delas, iguais ou muito parecidas, em provas anteriores, no dia do concurso. A prova em voga tinha 20 questões. Ou seja, 90% delas foram resolvidas sem maiores dificuldades por esse aprovado.

No que se referem às demais matérias mais voltadas à área de exatas, como raciocínio lógico, matemática financeira, estatística, contabilidade, economia, finanças, tecnologia da informação etc., o nível de cobrança da banca é alto também, e versa mais em cálculos, e  menos em teoria, como acontece em outras bancas.

O foco então deve ser na resolução de exercícios anteriores parecidos ao estudar essas matérias.

Nas provas de Contabilidade e Economia, por exemplo, costumamos presenciar algumas questões teóricas também, mas o foco é mesmo em cálculo, um pouco diferente da forma de cobrar da banca Cespe, da qual ainda discorreremos nessa obra.

No caso da Contabilidade Geral e Pública, o nível de cobrança da Esaf costuma ser mais pesado que o do Cespe também. Aqui, as questões costumam ser grandes, envolver muitos cálculos e requisitar bastante atenção. As questões de Contabillidade Geral, em razão de muitas contas, costumam ser constantememte anuladas por falhas formais.

O candidato deve ter atenção a isso quando estiver resolvendo a prova de Contabilidade Geral. Se não conseguir achar a resposta de maneira alguma, mesmo sabendo como resovê-la, a questão pode ter sido formulada de forma incorreta e poderá ser anulada. O candidato deve seguir então para a resolução das demais questões, e não perder todo o tempo da prova em uma questão sem solução aparente.

Nas matérias mais específicas, como as Administração, Comércio Internacional, Legislações Tributárias e correlatas, Ciência Política, Políticas Públicas, depende muito do órgão para qual a banca está organizando o concurso e como ele solicita que seja o nível dessa cobrança.

Seguem alguns exemplos:

Administração Geral e Pública, Ciência Política e Políticas Públicas – Recomenda-se ler a teoria uma ou duas vezes, e partir para a resolução das questões anteriores. A subjetividade dessas quatro matérias requer o pleno conhecimento da abordagem da banca em provas anteriores.

Administração Financeira e Orçamentária e demais – Recomenda-se muita leitura de legislação e manuais, além de um pouco de teoria também. O foco deve ser muito grande nos exercícios anteriores da banca. Ao contrário do Cespe, aqui vemos cobrança de questões de cálculo.

Comércio Internacional e Legislações específicas (Tributária, Aduaneira, Regimento Interno etc.) – Muita leitura de legislação, pois a cobrança é feita em cima dela. Exige-se também muita prática contínua de revisão de questões anteriores.

No que se refere às provas discursivas, o mais comum é que elas sejam aplicadas em um segundo momento, e somente para uma relação de candidatos pré-aprovados nas provas objetivas.

As provas discursivas da Esaf não possuem o nível de cobrança do Cespe em termos formais, e em razão disso, as notas costumam ser mais altas do que as da banca da UNB.

Não que elas sejam mais fáceis, de maneira alguma. A questão é que a correção dos examinadores da banca em voga preza mais pelo conteúdo em si do que pela forma.

Ou seja, a nota relacionada ao quesito formato de sua redação será mais prejudicada nas provas do Cespe do que nas da Esaf.

O número de linhas exigido nas questões da Esaf também costuma ser maior. O normal é que as redações solicitem um número de linhas entre 60 e 90, enquanto que o Cespe costuma exigir 30 linhas.

 

PRINCIPAIS CONCURSOS

Sem dúvida, os principais concursos organizados pela Esaf são os relacionados ao Ministério da Fazenda, como:

Ministério da Fazenda (ATA e AnTA);

Receita Federal do Brasil (AFRFB e ATRFB);

Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN) e;

Secretaria do Tesouro Nacional(AFC/STN).

Isso se dá pela similaridade entre as atividades relacionadas a esses órgãos e as da Escola, nos ramos tributário e fazendário.

De todo modo, outras grandes seleções são organizadas pela banca, algumas delas quase que com exclusividade, como os concursos da:

Controladoria-Geral da União (AFC/CGU) e;

Ministério do Planejamento (EPPGG e APO).

Todavia, outras seleções são esporádicas, como as de:

Auditor-Fiscal do Trabalho do MTE;

Analista de Comércio Exterior do MDIC;

Técnico, Analista e Procurador do Banco Central do Brasil;

Procurador do Distrito Federal;

DNIT;

Ministério do Turismo;

Analista Técnico de Políticas Sociais do MPOG;

CVM;

SUSEP;

alguns Fiscos Estaduais e Municipais.

 

CURIOSIDADES

A Esaf, assim como todas as demais bancas, possui peculiaridades e curiosidades, as quais não definem a sua aprovação, mas que são detalhes interessantes de serem observados, e que, eventualmente, pode te fazer subir um pouquinho na lista de classificação do concurso.

O chute colocado

Um desses pontos é a questão do “chute colocado”, ou seja, uma técnica interessante para o candidato chutar uma questão quando ele não tem a mínima noção da resposta, ou quando ele está em com uma dúvida muito forte entre dois ou mais itens.

Logicamente que o chute deve ser utilizado somente em último caso, como subterfúgio para não deixar a questão em branco, já que, errar, no caso dessa banca, não gera penalização, como ocorre no Cespe.

Lembrando sempre que essa descrição de técnica de chute colocado não é garantia de acerto e nem de aprovação. Trata-se apenas de um recurso utilizado quando não há outros pelo candidato. Esse recurso é mais interessante que não marcar o gabarito na folha de respostas.

A técnica funciona da seguinte maneira:

Vamos supor que tenhamos uma prova da Esaf com 100 questões. Em cada uma dessas questões há cinco alternativas possíveis de resposta, distribuídas em letras.

Nessas 100 questões, teremos 100 respostas corretas em alguma dessas letras.

A técnica de chute então seria a tentar dividir as suas respostas em 20% para cada letra, mais ou menos.

A banca costuma, em algumas provas, dividir o número de respostas de maneira igual, ou seja, em uma prova de 100 questões, teríamos 20 respostas de gabarito “a”, 20 respostas de gabarito “b”, e assim por diante.

Na hora de chutar, verifique então o número de gabaritos que você marcou e chute na letra que possui o menor número de respostas.

Essa não é uma regra que funciona em 100% das vezes, mas que dá um bom resultado em muitas delas.

O dia da prova

As provas da Esaf são famosas pelo nível de desgaste pelo qual os candidatos são submetidos.

É normal termos um final de semana inteiro de provas, com divisão entre sábado pela tarde e domingo o dia todo.

O tempo disponível para a realização dessas provas vem diminuindo a cada certame também, sem diminuir o número de questões. Ou seja, o candidato tem que responder o mesmo número de questões em um tempo cada vez menor.

Isso serve para medir como o candidato se porta mediante pressão, e já é uma forma de seleção.

Prova de Auditor-Fiscal da RFB em 2012, fonte: Esaf

Uma diferença interessante entre as provas da Esaf e a das demais bancas é que a Esaf não determina previamente a sua localização em sala de aula no momento da prova.

O que ela faz para evitar a cola entre os candidatos é uma distribuição de gabaritos diferentes entre os cadernos de prova. Geralmente temos 4 gabaritos, sendo que as questões de todas as provas são iguais, mas distribuídas em um formato diferente.

Ao chegar à sala, o candidato deverá se sentar na fileira correspondente ao gabarito em que ele foi sorteado.

Nas provas do Cespe, por sua vez, o candidato já tem a uma ficha com as informações pessoais coladas em sua carteira de prova.

A vantagem desse posicionamento da Esaf é que o candidato mais metódico pode escolher sentar longe do ar-condicionado, da porta de entrada, da janela etc. Isso pode ser um diferencial para a sua concentração no momento da prova, e pode fazer a diferença entre dois candidatos com níveis semelhantes de conhecimentos.

Procure chegar cedo às provas da Esaf então, e escolha um bom lugar para se sentar e resolver a prova.

Curso de Formação

O curso de formação da Esaf é organizado em Brasília, tanto na sede do órgão, como em suas dependências localizadas no prédio do Ministério da Fazenda da avenida L2 Sul.

Geralmente, os recém-aprovados nas provas objetivas e subjetivas (e às vezes, nas provas de títulos também) devem, antes da nomeação, passar por um curso de formação com ensinamentos básicos sobre as futuras atividades que eles exercerão em seu órgão de aprovação.

Esse curso de formação costuma oferecer aulas o dia todo, em alguns casos, de domingo a domingo, e provas com medição de conhecimento e com nota mínima de aprovação.

Não é fácil ser reprovado nesses cursos, mas há vários casos em que isso já ocorreu.

Dependendo do concurso, o nível de exigência do curso de formação é maior ou menor. Eu já cursei esse curso duas vezes na sede da Esaf. O primeiro, pela Receita Federal do Brasil, durou um mês, e as aulas ocorreram de segunda a sábado. O segundo, pela CGU, também durou um mês, com aulas domingo a domingo, e com um nível de exigência bem maior nesse segundo caso.

A Esaf possui uma estrutura física invejável em sua sede, e isso torna o curso bem agradável. O próximo tópico versará sobre isso.

Durante o curso de formação é bem comum que os candidatos já organizem encontros, churrascos no próprio órgão após as aulas e/ou provas, joguem futebol em seus campos e quadras, utilizem as piscinas etc.

Sempre há lanches organizados pelo órgão do concurso nos intervalos das aulas.

Como o curso de formação não é eliminatório, mas somente classificatório, a tensão já é bem menor, e o nível de socialização entre os futuros colegas de trabalho torna esse momento marcante na história de vida dos candidatos.

Localização e Estrutura Física

A sede da Esaf está localizada em um bairro nobre da capital federal, que é o Lago Sul. O órgão possui regionais em quase todas as capitais do Brasil.

A sede possui a seguinte estrutura física, de acordo com o seu site:

      Sede com 38.000 m2 de área construída e terreno próprio de 422.000 m²

      Capacidade para 1.750 alunos - alojamento para 288 alunos

      14 salas de aula (490 alunos); 2 salas de conferência (70 pessoas cada, cabine de tradução simultânea); 6 laboratórios de informática (114 microcomputadores)

      Auditório com capacidade de 340 pessoas (cabines para tradução simultânea)

      Miniauditório I, II e III- 40 pessoas cada

      Salão Nobre I - 120 pessoas

      Salão Nobre II - 60 pessoas

      2 laboratórios de auto-aprendizagem - 4 microcomputadores em cada

      Biblioteca - 8.000 volumes (essa biblioteca é aberta ao público externo, e muitos concurseiros de Brasília a utilizam)

      Estúdio de Multimeios

      Salão de recreação

      Refeitório - 400 pessoas

      Lanchonete

      Capela ecumênica, com 225 m2

      Rouparia

      Diversas áreas de estacionamento

      Centro de Editoração e Material Didático

      Churrasqueiras

      Praças de esportes

      (Quadras de tênis, basquetebol, voleibol, futebol de campo, de areia e de salão, piscina, bilhar, pingue-ponge, xadrez, damas)

      Sauna seca e úmida

      2 pistas de cooper

 

Um abraço.

Prof. Bruno Fracalossi

 

Informo que encontra-se disponível no meu grupo do Facebook, na parte de arquivos, a amostra do meu novo livro: Manual das Principais Bancas Examinadoras de Concursos Públicos, com os capítulos Esaf e Cespe.

Mas é somente para aqueles que se cadastrarem!

Estou sorteando vários livros nele!

As regras e o grupo estão nos links abaixo:

Regras dos sorteios

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Deixo aqui também o link para acessar as minhas turmas de Coaching para concursos:

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Estão lançadas novas turmas, com início em 30/11.

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https://www.pontodosconcursos.com.br/entrevistas2.asp?art=12660

https://www.pontodosconcursos.com.br/entrevistas2.asp?art=12590

https://www.pontodosconcursos.com.br/entrevistas2.asp?art=12550

https://www.pontodosconcursos.com.br/entrevistas2.aspart=12175

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Aqui eu abordo desde os fatores necessários a um bom planejamento, passando pela execução, até o seu momento da aprovação.

Veremos:

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- NÃO DÁ PARA USAR LEITURA DINÂMICA NOS ESTUDOS PARA CONCURSOS, MAS HÁ COMO LER MAIS RÁPIDO. COMO?; 

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- TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA APLICADA AOS ESTUDOS;

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- AS MALÍCIAS DE UM CONCURSEIRO EXPERIENTE E COMO PRIORIZAR VOCÊ EM DETRIMENTO DOS OUTROS QUE NÃO RESPEITAM A SUA CAUSA;

O curso todo terá muito mais do que as 8 horas inicialmente previstas, e eu irei dividí-lo em aulas de 30 minutos aproximadamente, para que não fique muito cansativo!

Abaixo os links das aulas 01 a 10:

Aula 01

Aula 02

Aula 03

Aula 04

Aula 05

Aula 06

Aula 07

Aula 08

Aula 09

Aula 10

Um abraço.

Prof. Bruno Fracalossi 

Logo do Ponto 

brunofracalossi@pontodosconcursos.com.br

www.facebook.com/bruno.fracalossipaes

Grupo Técnicas de Preparação para Concursos - Facebook

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Comentários

  • 30/11/2015 - Marcio
    Professor, poderia fazer um vídeo sobre o APO do MPOG?
  • 30/11/2015 - Prof Bruno Fracalossi
    Sim, meu amigo, farei. Um abraço.
  • 30/11/2015 - emmanuel valverde
    Olá professor, parabéns pela iniciativa. O senhor sabe informar se existem cargos vagos para a área de Prevenção da Corrupção na CGU? Grato
  • 30/11/2015 - Prof Bruno Fracalossi
    Olá. Sim, temos vagas, e iremos contratar, rsss. Um abraço.
  • 27/11/2015 - Giovani
    Parabéns Professor!! TOP!!!

    Fala do AFT nas vantagens e desvantagens no MTE, por favor.

    Abssss
  • 30/11/2015 - Prof Bruno Fracalossi
    Beleza, meu amigo. Um abraço.
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