Prof. Gabriela Knoblauch

07/10/2015 | 11:53
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Quartas de Inglês: Texto traduzido - Parte 1

Pessoal,

Hoje vamos começar a estudo de texto recente do The Economist (as bancas adoram) sobre a economia brasileira. Tenho certeza que ele é recheado de vocabulário relevante para todo tipo de concurso.

 

Brazilian waxing and waning

Sep 2nd 2015

PARTE 1

IN THE past few years Brazil’s economy has disappointed. It grew by 2.2% a year, on average, during President Dilma Rousseff’s first term in office in 2011-­14, a slower rate of growth than in most of its neighbours, let alone in places like China or India. Last year GDP barely grew at all. It contracted by 1.6% in the first quarter, compared to the same period last year, and is expected to shrink by as much as 2% in 2015. Household consumption registered the first drop, year-on-year, since Ms Rousseff’s left-wing Workers’ Party (PT) came to power in 2003. At the same time, public spending has surged. In 2014, as Ms Rousseff sought re-­election, the budget deficit doubled to 6.75% of GDP. For the first time since 1997 the government failed to set aside any money to pay back creditors. Its planned primary surplus, which excludes interest owed on debt, of 1.8% of GDP ended up being a 0.6% deficit. Brazil’s gross government debt of 62% may look piffling compared to Greece’s 175% or Japan’s 227%. But Brazil’s high interest rates of around 13% make borrowing costlier to service. Last year debt payments ate up more than 6% of output. To let businesses and consumers borrow at less exorbitant rates, public banks have increasingly filled the gap, offering cheap, subsidised loans. These went from 40% of all lending in 2010 to 55% last year.

 

As the government loosened fiscal policy, the Central Bank prematurely slashed its benchmark interest rate in 2011-­12. This pushed up inflation, which is now above the bank’s self­-imposed upper limit of 6.5%, and way above its 4.5% target. The interest-rate cut has since been reversed. On June 3rd the Bank’s monetary policy-makers raised the rate once more, boosting it to 13.75%, more than a percentage point higher than before the decision to cut. Alongside the lack of macroeconomic rigour, there was a lot of microeconomic meddling: the government pursued a clumsy industrial policy and shortchanged the private sector, for example by insisting on absurdly low rates of return on concessions to run infrastructure projects. Small wonder confidence slumped among businessmen.

 

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TRADUÇÃO

Crescente e minguante brasileiro

Nos últimos anos, a economia do Brasil tem decepcionado. Ela cresceu 2,2% ao ano, em média, durante o primeiro mandato 2011-2014 da Presidente Dilma Rousseff, uma taxa de crescimento mais lenta do que na maioria dos seus vizinhos, sem falar em lugares como a China ou a Índia. O PIB no ano passado mal cresceu. Ele contraiu 1,6% no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, e espera-se diminuir em até 2% em 2015. O consumo das famílias registrou a primeira queda, de ano a ano, desde que o PT, partido de esquerda da Sra. Rousseff, chegou ao poder em 2003. Ao mesmo tempo, a despesa pública subiu. Em 2014, enquando Dilma buscava a reeleição, o déficit orçamenário duplicou para 6,75% do PIB. Pela primeira vez desde 1997, o governo não conseguiu separar nenhum dinheiro para pagar os credores. Seu superávit primário planejado, que exclui os juros da dívida, de 1,8% do PIB acabou sendo um déficit de 0,6%. A dívida pública bruta do Brasil de 62% pode parecer pífia comparada aos 175% da Grécia ou os 227% do Japão. Mas as altas taxas de juros do Brasil de cerca de 13% tornam os empréstimos mais caros de se manter. No ano passado, os pagamentos da dívida consumiram mais de 6% da produção. Para permitir que empresas e consumidores façam empréstimos a taxas menos exorbitantes, os bancos públicos têm cada vez mais preenchido a lacuna, oferecendo empréstimos baratos e subsidiados. Estes passaram de 40% de todos os empréstimos em 2010 para 55% no ano passado.

 

Enquanto o governo afrouxou a política fiscal, o Banco Central reduziu prematuramente sua taxa básica de juros em 20110-12. Isto empurrou a inflação para cima, que agora está acima do limite máximo autoimposto pelo banco de 6,5%, e muito acima da sua meta de 4,5%. O corte da taxa de juros foi desde então revertido. Em 3 de junho os decisores de política monetária do Banco elevaram a taxa mais uma vez, impulsionando-a  13,75%, mais do que um ponto percentual mais alto do que antes da decisão de cortar. Juntamente com a falta de rigor macroeconômico, houve muita intromissão microeconômica: o governo adotou uma política industrial desajeitada e prejudicou o setor privado, por exemplo, insistindo em taxas absurdamente baixas de retorno sobre as concessões para executar projetos de infraestrutura. Não foi surpresa que a confiança caiu entre os empresários.


Abs

Gabriela (Coach e Profa. de Inglês)

 

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