Prof. Fernando Mesquita

07/08/2013 | 14:26
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O Sucesso de A a Z - [I] <B>I</b>nteligência - o mito

"Ah, mas você é mais inteligente do que o resto das pessoas".

Se você já ouviu falar em dicotomia, sabe que a maioria das pessoas é separada em dois grupos: aqueles que acreditam que as pessoas são separadas em dois grupos e aquelas que não acreditam.

Há duas separações em grupos que nós podemos tratar agora: quem já foi aprovado e quem não foi e quem acredita que quem passa em concurso é mais inteligente do que o resto e quem acredita que isso é bobagem.

Existe uma discussão (na minha opinião, razoavelmente infrutífera) que fala sobre a influência do QI e do QE na vida das pessoas. Em resumo, seria mais ou menos o seguinte: o QI cuida principalmente das habilidades lógicas e matemáticas, enquanto o QE seria responsável pela relação com outras pessoas e pelas associações mais abstratas (se você quiser aprofundar-se nisso, recomendo o livro Inteligência Emocional, de Daniel Goleman - inclusive, o fundador do conceito de inteligência emocional - representada pelo QE).

Existe certo consenso no sentido de que as primeiras décadas do século passado foram basicamente dominadas por aquelas pessoas de alto QI - engenheiros, matemáticos, estatísticos - profissionais com pensamento linear e preciso, altamente capacitadas a resolver "problemas" no sentido lógico da coisa. Tínhamos a ditadura do QI - só seria bem-sucedida aquela pessoa que pesassse e agisse dessa forma. Ponto.

Conforme os anos foram se passando e nos aproximamos das décadas de 70-80-90, houve uma mudança de foco, uma nova configuração no mundo dos negócios. Aquelas pessoas com alto QE (até então um termo desconhecido) passaram a dominar os negócios pelo mundo. Frente à complexidade apresentada pelo incremento da globalização, pelo crescimento das organizações e pelo próprio aumento da integração mundial, o QE, ou seja, a capacidade de relacionar-se, passou a ser determinante no sucesso dos executivos mundo afora. Iniciou-se a ditadura do QE.

Mas por que falar disso tudo? Oras, por uma questão simples. A tendência, hoje é de um equilíbrio (embora instável). Cada vez mais, caminharemos em direção ao equilíbrio. Mas que equilíbrio é esse?

Antigamente, era a ditadura do QI. Depois, veio a ditadura do QE. O que temos hoje? Basicamente, um balanço, mas tendendo ao QE (a capacidade de relacionar-se e fazer associações mais abstratas do que no QI).

Muitas vezes, quando não conseguimos compreender algo, acabamos atribuindo a esse "algo" habilidades mágicas. Por mais que pareça intrigante, é quase como os indígenas fazendo a dança da chuva ou qualquer tipo de povo ritualista que acredita que pode influenciar o mundo com suas ações. Em nosso mundo "civilizado" e "evoluído", as pessoas chamam um tipo especial de magia de "inteligência".

O problema é que nós não conseguimos explicar satisfatoriamente o que é a inteligência, nem por que nem com quem ela acontece. Não tem causa, não tem raiz, ou tem todas do mundo. Posso dizer que uma pessoa é inteligente porque seus pais são inteligentes - atribuindo a essa pessoa o "dom" da genética, de que tratamos ontem - ou podemos atribuir sua inteligência à educação privilegiada que ela teve - o que nos leva ao determinismo social - ou podemos até dizer que foi sorte - quando, para nós mortais, infelizmente é a loteria da sabedoria.

Eu não acredito nisso.

Não gosto de falar de inteligência, porque, como dito isso é quase ritualista. No mais das vezes, prefiro falar em conhecimento e trabalho árduo, que são duas coisas muito mais fáceis de serem atingidas (em vez do 0,1% ou 1 em 70 milhões de pessoas "inteligentes" - que o são supostamente pela sorte que tiveram).

Infelizmente, a esmagadora maioria das pessoas, ao contrário de nós, que labutamos diariamente por nossa aprovação, não está disposta a trabalhar para atingir aquele ponto em que a aprovação é possível e esperada. Aquele ponto em que as provas começam a ficar interessantes em vez de estressantes, aquele ponto em que você começa a relaxar no dia do concurso, em vez de passar mal dois dias antes.

Amanhã, vamos falar sobre decisões, sobre a importância de fazer. Mas pense nisso por um momento: quantas pessoas você conhece que realmente são boas naquilo que fazem? Pessoas que são referência, realmente. Quantas?

Se você for uma pessoa comum, provavelmente conhece uma ou duas. No mais das vezes, você não aparece com nenhum nome, o que é absolutamente normal.

Mas isso (essa falta de nomes na ponta da língua) ocorre exatamente porque não há esforço suficiente. Tornar-se especialista, tornar-se referência, demanda esforço, demanda aplicação, demanda renúncia. Muitas pessoas não estão dispostas a assumir a postura de quem realmente chega lá. Porque, putz, só de falar já é meio cansativo. Entende?

Por conta disso, há três vantagens desse costume humano de evitar o esforço que quero falar com você:


1. A subida para o topo é cada vez mais solitária

Algum tempo atrás, conheci, por meio de um grande amigo, um dos maiores antropólogos do mundo. Mas é claro que eu não sabia dessa condição do profissional à época - ele era um cara normal, uma pessoa por quem você passaria na rua sem grandes emoções. Alguns anos depois, fui descobrir que ele era referência em seu ramo, alguém que viajara o mundo todo em palestras e em conferências e que é autor de diversos livros.

Quando descobri essa proeminência intelectual dele, minha primeira reação foi sentir-me intimidado. Quase como em uma conversa de bar, quando seu amigo traz alguém novo e diz: "Ah, ele é professor de português". Não sei você - mas eu sempre fico meio tenso e acabo falando alguma bobagem (embora em situações normais me vire bem com o idioma).

Passado o "choque", comecei a conversar com o antropólogo e ele me disse algo que eu nunca esqueci. Falou que "uma das únicas coisas que me diferenciam dos meus colegas é a quantidade de esforço que despendi. Enquanto eles foram encontrando seu conforto, seus nichos - e se sentindo confortáveis, eu estava escrevendo livros. Enquanto eles relaxavam, eu procurava cada vez mais me informar e me aprofundar nos meus assuntos". Soa familiar?

Alguns anos atrás, quando passei em um concurso de uma área policial em que não tinha interesse de permanecer, comecei a conversar com os colegas sobre o futuro. Quando falávamos dos nossos planos de aprovações, um deles soltou a pérola "Não, acho que estou tranquilo. Provavelmente vou me aposentar aqui". Ele assumidamente nunca teve a menor vocação para o trabalho e, da última vez que ouvi uma história sua, já enfrentara dois processos administrativos disciplinares por desídia.

Você entende o que eu digo? Quanto mais você estuda, quanto mais você se aprofunda, menos pessoas estarão ao seu lado e menos você terá pessoas com quem conversar sobre os problemas que enfrenta. Mas, em compensação, mais experiência acumula e mais "inteligente" fica.

Gary Player, um famoso jogador sul-africano de golf, certa vez disse "Quanto mais você treina, mais sortudo fica". Pense nisso e avalie a relação com a "inteligência" de quem se esforça para ser aprovado.

 

2. A qualidade do meu esforço determina a velocidade da minha subida
Qual a forma mais rápida? Corridas intensas e curtas (com longos intervalos para descanso) ou uma caminhada forte mas constante? Provavelmente, a segunda opção, certo?

Muitas pessoas adotam o primeiro comportamento. De repente, decidem que vão estudar, começam a se aplicar com intensidade e com regularidade. Abandonam amigos, parentes, cônjuge, cachorro e estudam 12 horas por dia. Durante duas semanas. Daí, se deparam com uma dura realidade: nem todo mundo tem condições de manter esse tipo de ritmo durante muito tempo. As que têm provavelmente foram desenvolvendo essa resiliência com o tempo (seja com estudos, seja com outras atividades).

Ora, se eu tivesse estudado de forma consistente nos últimos 10 anos, poderia ser o que quisesse hoje. Entretanto, os momentos de grandes impulsos foram seguidos por momentos de graaaandes pausas (em certos momentos, já passei mais de um ano sem estudar).

Há vários fatores que influenciam sua capacidade de ser aprovado rapidamente. Uma delas é a consistência - fazer todos os dias, fazer direito. Planejar-se é importante, também, mas saber como fazer também é fundamental. Em alguns artigos, tratamos de técnicas, de formas de estudar (como no artigo Basicamente e vamos voltar ao assunto em breve). Mas esteja ciente que o estudo inteligente e produtivo normalmente supera o estudo que é puramente intensivo (de longa duração). Isso nos contrapõe aos especialistas que acham que só porque estudavam 15 horas por dia e passaram as demais pessoas têm condições (ou, sinceramente, até vontade) de fazer isso.

Obviamente, se for possível aliar a quantidade à qualidade, tanto melhor. Mas esteja certo de que 3 horas de estudo focado ou até 4 horas de estudo razoavelmente concentrado são muito melhores do que 6 horas de estudo disperso.

 

3. Para ser bom nos concursos, muitas vezes não é preciso ser "inteligente". Muito mais interessante é ser competente.
Voltamos ao conflito QI x QE. Se para alguns (os especialistas) a saída é sempre aumentar as horas de estudos (o pessoal do QI), para outras, viver é importante também (o pessoal do QE). Portanto, é fundamental que façamos uso de ferramentas como leitura focada e exploratória, resolução maciça de questões e revisão eficaz, por um método breve e intenso como os mapas mentais (estratégias de QE). Essas três atividades, em si, se bem aplicadas, são capazes de te levar à aprovação em diversos concursos. Não estou nem recomendando que você use necessariamente essas ferramentas, mas peço encarecidamente que você estude com estratégia.

Além de estudar com estratégia, é preciso também escolher seu caminho seguindo uma estratégia. De repente, o caminho que você quer trilhar não precisa sê-lo em linha reta. Se você quer ser aprovado na Receita Federal (para auditor) e hoje ainda não é servidor, pode tentar passar em um concurso mais simples e depois dar esse pulo. Se é servidor e está em uma função que te incomoda, pode procurar uma função congênere em outro órgão que seja mais tranquilo. Se você tem hora pra começar a trabalhar mas não pra acabar em uma função na iniciativa privada, pode tentar o judiciário e garantir 7 horas para ter a tranquilidade de estudar até a aprovação final.

Cada opção dessas tem seus prós e contras e não acredito que nenhuma delas seja demérito - desde que você tenha sua estratégia claramente traçada em sua cabeça.

Portanto, entenda que a estratégia deve permear seus estudos e suas escolhas. Qual estratégia? Bom.. isso depende.

 

Por tudo que foi dito aqui, espero que você tenha percebido que o papel da inteligência não é tão preponderante quanto algumas pessoas nos querem fazer acreditar. Muitas vezes, o que vemos não é necessariamente resultado de inteligência (QI) pura e simples, mas sim o resultado de anos de aplicação. O QI é importante? Claro que é. Por conta dele, conseguimos avançar em diversos conteúdos que exigem raciocínio linear, e desenvolver atividades da vida cotidiana que exigem a presença dessa habilidade.

Obviamente, a maioria de nós não pretende passar anos a fio estudando por obrigação e com a corda no pescoço, correndo atrás do dinheiro para pagar as contas. É necessário, então, que estudemos com estratégia, que sejamos capazes de desenvolver certas habilidades e certas atitudes que nos levem ao sucesso de forma eficiente (ou seja, procurando mais resultados com a mesma quantidade de recursos - tempo e esforço - que nossos colegas utilizam). Isso, claro, vem do desenvolvimento do QE.

Qual é mais importante? Difícil dizer. Como estamos em um momento de equilíbrio, pode-se dizer que ambos têm seu papel. O que nos resta, então, é trabalhar com o desenvolvimento de nossas potencialidades (avaliando e reforçando o que é bom) e com a mitigação de nossas fraquezas (procurando os pontos que precisam ser melhorados e traçando estratégias claras para atacá-los).

 

Então, em nome dessas estratégias, a partir de hoje, para cada artigo visto aqui, vou sugerir uma ação - específica, focada, que você pode analisar e utilizar no seu preparo. Essa ação, se bem aplicada, conduzirá você invariavelmente ao caminho do sucesso - sucesso que quero que você compartilhe conosco em breve.

O primeiro ponto é uma avaliação de uma situação incômoda para você.

O que tenho percebido ao longo do tempo no trabalho com os concursandos é que nós temos uma certa dificuldade em avaliar nossa situação de forma persistente e frequente. Portanto, sugiro uma atividade para hoje: comece a analisar aquilo que te atrapalha nos estudos. Sou a favor de uma abordagem voltada à solução de problemas e é exatamente isso que te pergunto abaixo e que gostaria que você compartilhasse comigo em  uma espécie de compromisso-público-pessoal.

Todos temos algo que nos atrapalha. Portanto, escreva aquilo que te atrapalha e, mais importante, escreva uma ideia para contornar esse problema. Exemplo:

O que mais me impede de ser aprovado: Resistência em relação a determinados conteúdos, como Economia

Uma ação que posso adotar para minimizar o problema: Adquirir bons materiais (como um livro específico ou uma aula do Ponto) que me ajudem a abordar o conteúdo de forma superficial e acabar com a procrastinação por agora.

Mande seu problema e sua ação. Se quiser, pode até me falar seu nome. As melhores farão parte de um grupo que vou utilizar para mostrar ideias criativas, consistentes e interessantes. Não se preocupe com beleza ou com sofisticação. Minha intenção, agora, é que você inicie um processo, apenas.


Obrigado pela participação

Deixe um comentário abaixo dizendo qual estratégia você usa para ser uma pessoa mais inteligente nos estudos, ok?


Sucesso e bons estudos,

 

Fernando Mesquita
Coach | Ponto dos Concursos
 
Este artigo faz parte do grupo "Sucesso de A a Z", meu compromisso estabelecido com a grande comunidade do ponto em 29/07/2013. Um artigo por dia, cada um com uma letra do alfabeto no título. Sugestões? Comentários? Ansiedades? Deixei seu recado e faça parte de nossa crescente comunidade.

 


Comentários

  • 09/08/2013 - Viviane
    Fernando, é lugar-comum dizer que você escreveu mais um texto muito interessante, prefiro dizer que todos eles despertam em mim uma vontade de INTERAGIR. É comum vermos pessoas que eram consideradas tão inteligentes na "época da escola" e hoje não podem ser consideradas bem-sucedidas em sua vida adulta. A verdade é que são muitos os fatores que levam uma pessoa a buscar a realização nas mais diversas áreas e conseguir sucesso em sua empreitada. Sabe o que faz uma grande diferença? A VONTADE. Vejo tanta gente desprovida de vontade. É a partir dela que é possível juntar os outros ingredientes da receita. Depois da vontade vem o agir, vem o planejar, vem o lutar. Sem vontade a gente morre no meio do caminho. Vontade tem a ver também com alegria. Alegria de poder lutar e NUNCA dar por perdido aquilo que ainda está ao nosso alcance.
    "A terra, quando não é lavrada produz abrolhos e espinhos, muito embora seja fértil; assim sucede com a inteligência do homem."
    abs prof Fernando!
  • 11/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Viviane, isso é verdade. A suposta inteligência escolar - que muitas vezes é uma aptidão para lidar com as tarefas propostas - não significa sucesso na vida adulta. Fique firme aí na luta e obrigado por comentar, ok?
  • 09/08/2013 - Viviane
    "Meu estado de espírito sintetiza estes dois sentimentos [otimismo e pessimismo] e os supera: sou pessimista com a inteligência, mas otimista com a vontade. Em cada circunstância, penso na hipótese pior, para pôr em movimento todas as reservas de vontade e ser capaz de abater o obstáculo."
    Antonio Gramsci
  • 08/08/2013 - Joseane
    Excelente artigo professor. Um dos melhores. Estou acompanhando seus artigos, todos eles. Gosto da forma que escreve. Seu primeiro artigo desta série me fez chorar. Estou nesta luta até passar! E há dias em que precisamos ler algumas verdades.
  • 09/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Joseane, encarar o tamanho do desafio não é para qualquer um. Se você está aqui e cria disposição para ser aprovada, já me valeu o artigo. Desejo sucesso e bastante dedicação. Obrigado pelo comentário. Abraço,
  • 07/08/2013 - Anderson de Araujo
    Olá Professor. Parabéns pelo artigo, mais uma vez! Nao sou um estudante de "milhares de horas", pois acredito que se o estudo perde a qualidade, então, não adianta enganar a sua planilha com um acumulo irreal de horas. Aposto no equilíbrio entre qualidade e quantidade, portanto, ao ler seu artigo, aprendo que ä caminhada forte e constante" pode ser a maneira mais eficiente para a aprovação. Valeu pela motivação!
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Fala, Anderson. Muito obrigado. É verdade, nossa programação de estudos tem de ser realista, mas também temos de tentar superar nossos limites. Vale sempre a pena forçar um pouco mais, se esforçar um pouco mais para atingir o objetivo. Abraço e obrigado pelo comentário.
  • 07/08/2013 - Luciana Araujo
    Obrigada pelo esforço de escrever os artigos de A a Z, que vêm nos inspirando e nos motivando. E acima de tudo, mostrando que é possível chegar lá.
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Luciana, é uma grande satisfação e certamente um grande desafio poder escrever todos os dias. Li ontem uma frase muito pertinente. Dizia: "Se você pode, não chame isso de oportunidade - chame de obrigação. Muitas pessoas não têm a chance que você tem e isso passa a ser sua responsabilidade". Bom... aqui estou, cumprindo-a. Obrigado por acompanhar a série, obrigado pelo comentário e bons estudos.
  • 07/08/2013 - Tiago
    Olá, Professor Fernando. Com relação à estratégia para se tornar cada vez mais "inteligente" nos concursos, sou adepto de Gary Player, que disse "Quanto mais você treina, mais sortudo fica".
    Entretanto, e principalmente nos últimos 2 ou 3 semestres, tenho procurado aliar quantidade com qualidade nos estudos.
    Assim acredito que o estudo com qualidade permite o desenvolvimento da chamada "inteligência" nos concursos.

    Abs,
    Tiago
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Fala, Tiago. Tudo certo? É verdade. Aliar qualidade e quantidade é o melhor dos mundos. Há uma fase de transição em que a qualidade vai caindo. Quem sabe se manter firme e focar na aprovação certamente vai melhorando nesse aspecto, até o ponto em que o tempo importa pouco - o que vale é a vontade de ser aprovado. Obrigado pelo comentário e bons estudos.
  • 07/08/2013 - Raquel
    Uma estratégia para ser mais inteligente nos estudos é tentar manter sempre um ritmo constantes....Tentar estudar todos os dias a mesma quantidade de horas.Muito bom seu artigo!!! Muito Obrigada pela ajuda!!
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Olá, Raquel. É verdade. Um ritmo constante conta muito. Às vezes, quando pensamos "Ah, estou tão cansado(a). Não vou estudar hoje" acaba sendo o início do fim. =D. E você? Tem estudado constantemente? Obrigado por comentar e bons estudos
  • 07/08/2013 - Ana Paula
    Olá, Professor. Você nem imagina o sucesso desses seus textos inspiradores, é muito bom começar o dia lendo gotas de motivação. Para mim está sendo perfeito, muito obrigada pela sua paciência, solidariedade e carinho para conosco. Somente sofrendo na pele o problema é que entendemos realmente o próximo. PARABÉNS e que DEUS te ilumine cada vez mais.
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Ana Paula, que beleza. Ainda temos alguns dias aqui juntos até o final da série. Espero que você fique por aqui nesse tempo. Obrigado por comentar e bons estudos, ok? Abraço,
  • 07/08/2013 - Deise Cristina Soare
    Costumo fazer exercícios após assistir aulas ou estudar determinada matéria, geralmente no dia seguinte. Avaliando o meu desempenho constantemente verifico a evolução da minha "inteligência"!!
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Deise, essa é uma boa estratégia. Normalmente, funciona para ver como estamos aprendendo e quais os tópicos que temos de aprofundar. Isso tem funcionado para você? Obrigado pelo comentário e bons estudos.
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