Prof. Fernando Mesquita

04/08/2013 | 09:08
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O sucesso de A a Z - [F] <b>F</b>amília - Carta de um concursando à família

Querida família,

Todos temos sonhos, esperanças, expectativas e crenças em relação ao futuro. Esse mesmo futuro que hoje parece tão assustador e incerto.

 

Em relação a isso, todos precisamos fazer escolhas. Eu escolhi vencer.

 

Isso não significa que minhas escolhas sejam mais erradas, mais importantes, mais difíceis ou mais pensadas do que as suas. Não significa nem que sejam escolhas certas. Mas é uma escolha que fiz pensando não só em mim, mas também em você. Em cada pessoa da minha família, para quem quero trazer tranquilidade - e para mim mesmo.

 

Estudar para concursos é um compromisso sem prazo definido. Infelizmente, para uma tarefa como essa, há uma infinidade de fatores contra os quais precisarei lutar. 

 

Preciso começar lutando contra mim mesmo. Contra minha vontade diária de desistir, contra minha convicção errônea de que não sou capaz, contra meu corpo, que pede para parar quando sei que preciso continuar, independente do quanto já tenha caminhado. E isso acontecerá todos os dias. Espero que um dia fique mais fácil, mas não posso prometer isso nem para mim nem para ninguém - porque não sei se vai. E também é difícil admitir não saber as coisas, porque sei que, se você se preocupa, é porque depende de mim - da forma que for.

 

Além de lutar contra mim mesmo, ainda preciso reagir ao mundo. Preciso lutar contra as pessoas que dizem que é difícil, muitas vezes sem conhecer o caminho. Preciso lutar contra as pessoas que dizem que talvez eu não tenha condições - muitas vezes projetando seus próprios sentimentos sobre mim. O que muitos não entendem é que, assim como outras pessoas, preciso de quem me apoie, não de quem me coloque em dúvida, porque de dúvidas bastam as minhas próprias.

 

Mas isso não significa que não precise de você, pelo contrário - preciso mais do que nunca. Preciso, primeiro, que você entenda que, porque muitas vezes não sei o que estou fazendo, talvez exagere. Talvez estude demais, talvez esqueça do mundo. Talvez deixe de conversar, talvez deixe de sair. Talvez faça isso porque não sei ou exatamente porque sei que é o que preciso fazer. Preciso que você, em vez de duvidar das minhas escolhas, ajude-me a entendê-las.

 

O processo pode não ser fácil. Pessoas podem se afastar, porque quando tomamos decisões difíceis (e as seguimos), automaticamente nos tornamos pessoas diferentes. E pode ser que outros, erroneamente, acreditassem que eu nunca mudaria. Mas isso não significa que não quero mais me relacionar com essas pessoas. Significa simplesmente que preciso, agora, de pessoas que sejam capazes de aceitar que sou uma pessoa que é capaz de tomar decisões difíceis mesmo sabendo que isso pode gerar resultados inesperados - em grande parte, é isso que torna a decisão difícil. Preciso que você me ajude a ajudá-los a entender, porque muitas vezes as pessoas não têm ao menos a chance de fazer escolhas difíceis assim - são prisioneiras da própria sensação de incapacidade.

 

Com o tempo, provavelmente existirá um misto de animação e de aumento da confusão. Animação porque começarei a encontrar meu caminho. E sentirei, pouco a pouco, o gosto das pequenas vitórias: entender uma matéria que não conhecia ou poder, finalmente, acertar exercícios que nunca achei que seria capaz de acertar. Neste momento, se eu chorar, não é de tristeza. É de alegria, por saber que independente do que tenha acontecido até agora, existe uma chance. Uma chance que antes era só esperança, mas que agora começa a se mostrar. Talvez eu comece a acreditar mais em mim. Talvez eu vá entendendo, pouco a pouco, todos os sentimentos confusos que disseram que eu sentiria: gostar do que preciso gostar, amar o conhecimento, gostar de desafios.

 

Momentos difíceis existirão. Talvez eu me sinta ansioso, disperso, estressado. Esse é o peso da responsabilidade sobre meus ombros, porque - tenha certeza - cada vez que olho para você, espero estar à altura da expectativa que só as pessoas que nos amam incondicionalmente são capazes de depositar em nós.

 

Mas por favor não me pressione. Não me pergunte quanto tempo levarei até a aprovação. Eu não sei. Como dito, é um compromisso que teve data certa para o início, mas não sei quando irá acabar. E talvez eu precise reforçar essa ideia de tempos em tempos - para mim, para você e para as pessoas ao redor.

 

Por favor não me pergunte se preciso estudar até tão tarde e aos sábados, aos domingos e aos feriados - enquanto meus amigos estão se divertindo e vivendo suas vidas. Faço isso por nós, exatamente para que um dia possamos ser nós nos divertindo sem pensar no futuro, porque já terei passado todo o tempo que precisava cuidando dele.

 

Da mesma forma, de tempos em tempos, precisarei que você me ajude a entender que é necessário pisar no freio e equilibrar a vida, porque minha jornada provavelmente será longa e o equilíbrio ajudará a torná-la senão mais curta, certamente mais tolerável.

 

Minha vida pode se tornar uma montanha russa emocional, porque é isso que os concursos são. Pode ser que eu fracasse na prova mais importante da minha vida - só para descobrir que a vida mostra outros caminhos. Pode ser que eu descubra que o que eu achava que queria não era realmente o que eu queria. E pode ser que eu me desespere, que eu chore, ou que eu sofra em silêncio. Pode ser que não adiante perguntar o porquê. Talvez nem eu saiba. 

 

O caminho pode ser mais longo ou mais curto que o de outros, mas prometo resistir à tentação de me comparar com qualquer pessoa, porque minha história é única e reconhecer isso tirará grande parte do estresse dos fracassos e da arrogância dos sucessos. Somos únicos em nossas capacidades, em nossa velocidade, em nossos objetivos e em nossas razões. E por mais que tentem nos colocar em categorias, nos avaliar e nos rotular, sei que compreender a necessidade dos outros em diminuir meu esforço é parte fundamental da compreensão do tamanho do projeto que temos à frente.

 

Em troca, prometo que me tornarei uma pessoa diferente de uma forma boa - uma pessoa mais forte, mais confiante, mais estável, mais esforçada. Uma pessoa como nosso país precisa, mas além disso, uma pessoa que quero ser.

 

Quero que você sinta orgulho de mim, porque o que faço é por necessidade, por orgulho e, acima de tudo (espero acreditar um dia que é por) vontade. Vontade de ser melhor, de fazer mais, de poder mais. Porque saiba que, no fundo, por mais que eu dê sinais em contrário, quero acreditar em mim - e preciso que você me ajude.

 

Se isso nos afastar um pouco, peço desculpa, mas saiba que momentos melhores virão. Às vezes, é preciso enfrentar uma tormenta para chegar a águas calmas. 

 

Acima de tudo, quero que você entenda que somos uma equipe - e equipes buscam objetivos comuns. Meu objetivo não é me tornar uma pessoa melhor apenas para mim, mas também para você. Quero sentir orgulho de mim, mas também quero que você se orgulhe de mim. Quero que você entenda que esse caminho que escolhi - talvez sabendo de suas dificuldades, repito - nos levará a um momento melhor, por mais difícil e improvável que seja. E faço com você o compromisso de me dedicar 110% à construção de uma vida melhor após atingir meus objetivos atuais e aqueles que virão depois.

 

Agradeço seu apoio porque sem ele não seria capaz. E espero que você se esforce para entender ou pelo menos aceitar o caminho que ainda temos pela frente.

 

Obrigado pela paciência e pelo apoio - e principalmente por aceitar a imperfeição.

 

Concursando

 

*********************************************

 

Ao Bruno, meu muito obrigado pela ideia da carta.

 

À minha família, meu muito obrigado pela compreensão e pelo apoio. Sei que nem todos têm a "sorte familiar" que tenho.

 

Aproveite para responder à pergunta abaixo:

 


 

A você, que tem acompanhado os artigos, obrigado pela leitura e pelo apoio. Sei que minha caminhada valeu a pena porque hoje posso escrever para você. E, se você nunca deixou um recado, essa talvez seja a hora. Se já deixou, essa com certeza é uma boa hora par deixar outro.

 

Fernando Mesquita
Coach | Ponto dos Concursos

Este artigo faz parte do grupo "Sucesso de A a Z", meu compromisso estabelecido com a grande comunidade do ponto em 29/07/2013. Um artigo por dia, cada um com uma letra do alfabeto no título. Sugestões? Comentários? Ansiedades? Deixei seu recado e faça parte de nossa crescente comunidade.




Comentários

  • 14/09/2013 - Guilherme
    Fernando, parabéns pelo seu artigo. Ao estudar para Carreiras Fiscais (meu caso), além de encarar as dificuldades naturais da prova, é necessário saber conviver com a pressão familiar,pois às vezes, eles não compreendem a magnitude de tal atitude.
  • 15/09/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Guilherme, você tem razão. A luta é grande. Mas é como você disse: às vezes, é difícil entender, de fato. Se até nós temos problemas, imagine eles. Sucesso e bons estudos. Abraço,
  • 07/08/2013 - Deuzely
    Pofessor Fernando seu texto é brilhante, mexeu muito comigo.....porque expressa oque relamente nós concurseiros sentimos em relação aos nossos familiares.Abraços.Deuzely
  • 07/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Deuzely, obrigado. Fico feliz que você tenha se identificado. Continue conosco, ok? Abraço e bons estudos.
  • 07/08/2013 - francisca iara
    Parabéns por mais um brilhante artigo. Essa carta mexeu bastante comigo, fiquei emocionada, comovida e ate com um pouco de sentimento de culpa, pois, anseio muito em passar num concurso jurïdico, mas, peco em não me esforçar tanto quanto o necessario para conseguir a tao sonhada aprovaçao. E este artigo me fez abrir os olhos para uma URGENTE MUDANÇA em minha vida. Eu preciso renunciar mta coisa, a disciplina, a determinaçao sao fulcrais para o sucesso. E a ajuda de seus textos são de grande valia. Obrigada. Espero com Fe em Deus por em pratica todos esses ensinamentos, pois, tudo depende de minha açao.
  • 08/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Francisca, muito obrigado. O esforço é muito necessário. Com ele, a aprovação chega antes, diminuímos nosso tempo nessa estrada que, apesar de interessante, tem de ter um momento para acabar, certo? Fique firme aí e dê seu melhor - certamente os resultados virão. Obrigado por comentar e bons estudos.
  • 06/08/2013 - Emirene Freitas
    Professor,
    Excelente texto.
  • 07/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Obrigado, Emirene. Abraço,
  • 05/08/2013 - Luciana
    Ótimo artigo! Acho que preciso deixar essa carta com a minha família. Apesar de não me cobrarem, só me atrapalham! Parece que estudar é uma ofensa para eles, infelizmente. Mas entendo que deve ser ciúmes, carência e até mesmo um pouco de inveja por ter a força de vontade que eles não têm..
  • 05/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Luciana, lidar com a família é uma arte. Muitas vezes é difícil negociar, mas às vezes eles simplesmente não conseguem entender as razões que geraram nossas escolhas. Desejo bastante diálogo e tranquilidade para vocês. Obrigado por comentar. Abraço,
  • 05/08/2013 - Deise gomes
    Ola! Seus artigos tem dado o animo que eu precisava para seguir em frente. Obrigada! Sucesso pra vc!
  • 05/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Obrigado, Deise. Fique firme aí. Sucesso e bons estudos.
  • 05/08/2013 - Luciana
    Excelente texto!!! Inacreditável como as experiências, dificuldades e emoções são comuns a nós concurseiros! Parabéns pela iniciativa sempre com artigos maravilhosos e motivadores.
  • 05/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Luciana, obrigado por comentar. É verdade, as sensações são parecidas. De uma certa forma, sempre achei que fosse bom imaginar que outras pessoas conseguem entender mais ou menos como nos sentimos. Fique firme aí. Abraço e sucesso.
  • 05/08/2013 - Viviane Silva
    Texto fantástico. Descreve os anseios e as alegrias que vivemos diariamente no mundo dos estudos para concurso.
    Para quem tem como objetivo e sonho a carreira pública o apoio familiar é extremamente importante e ajuda a reduzir a ansiedade e preocupações.
    Parabéns por nos motivar sempre.
    Sempre leio seus os artigos, são excelentes e motivadores.
    Que o Senhor o ilumine sempre para continuar escrevendo textos agradáveis e de grande valia.
    Grande abraço!!!
  • 05/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Viviane, de fato o apoio familiar é muito importante. Mesmo que não ajude, certamente não atrapalha =D. Obrigado por comentar. Sucesso e bons estudos.
  • 05/08/2013 - Carla
    Parabéns, Fernando! E obrigada.
  • 05/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Obrigado, Carla. Bons estudos.
  • 05/08/2013 - Viviane
    Fernando, muito interessante o seu artigo em forma de carta. Eu sempre me expressei escrevendo e já escrevi muitas e muitas cartas
    (e as escrevo até hoje). O seu artigo é de FUNDAMENTAL importância e mostra como os medos e anseios são inerentes aos concurseiros e enfatiza o quanto precisamos do apoio, da aprovação e da validação dos nossos familiares.
    Os seus textos são fantásticos prof Fernando!
    abs,
  • 07/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Viviane, bom que você gostou. Cartas são uma espécie de catarse, e o processo de construção dessa foi bem interessante. Obrigado por acompanhar a trajetória. Abraço,
  • 05/08/2013 - Mariana
    Professor! Não me canso de ler esta carta. É tão bom se sentir amparada pelas suas palavras. Saber que se você descreveu tão bem os altos e baixos de um concursando, é porque isso acontece com todos nós e me faz sentir aliviada, afinal, não estou sozinha esta jornada. Obrigada mais uma vez.
  • 07/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Mariana, obrigado. De verdade. Com certeza você não está sozinha. Estamos todos no mesmo barco, nessa crescente comunidade, buscando nossos objetivos. Fique firme na luta. Da mesma forma como alguns de nós já alcançaram as aprovação pretendidas, você certamente chegará lá bem em breve, ok? Obrigado por comentar e bons estudos.
  • 04/08/2013 - Leandro
    Professor, mal começou o Domingo e vc já lançou o artigo do dia. Parabéns!!! Isso que é consistência!!!
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Leandro, e vejo que você já está aqui, no F5, preparado para as novidades. =D. Tenho levado a meta e o compromisso com vocês bastante a sério. A experiência é boa. Obrigado por participar. Abraço
  • 04/08/2013 - Simone
    Excelente (me emocionou). Parabéns! Para um domingo não poderia haver tema melhor: família. Se foi coincidência, mais um prova de que as coisas conspiram a nosso favor. Bom domingo a todos (e bons estudos!
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Simone - a mim também emocionou. Bom fim de semana e obrigado.
  • 04/08/2013 - Terezinha
    O Ponto é um site excelente. Por intermédio dele, tive a oportunidade de conhecer gente boa, como você, que parece escrever para mim. Leio tudo que escreve. Ainda bem que vc é sério e comprometido. Muito obrigada. Um forte abraço.
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Terezinha, mais uma vez, foi uma grande satisfação. Um abraço e bom fim de semana.
  • 04/08/2013 - Paula Roberta
    Excelente carta à família. Moro apenas com minha mãe, já servidora pública federal aposentada (adquiriu estabilidade com a CF-1988). Já está idosa (66 a.), ela me ajuda um pouco a estudar. Tem noção da dificuldade dos concursos hoje em dia, mas tem horas que me cobra resultados. À minha maneira tento mostrar esses resultados. Parabéns pelos artigos, professor. Logo, logo chegarei aonde eu necessitarei estar.
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Paula, que bom que sua mãe entende um pouco da grande luta que é. Valorize-a. Nem todos têm essa sorte. Com consistência e aplicação, os resultados chegam. Abraço e sucesso,
  • 04/08/2013 - graziele cristine de
    Dei um control+c, control+v nessa carta, parece que sou eu que estou escrevendo, já estou me sentindo feliz por estar entendendo matérias que antes eram absurdas para mim!
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Graziele, o sentimento é muito parecido. Invariavelmente, passamos pelas mesmas coisas. Boa sorte e que seu caminho seja cada vez mais tranquilo. Abraço,
  • 04/08/2013 - jean lopes
    Acho que já tinha lido algo parecido com essa carta, mas a ideia de colocar aqui foi sensacional. Tem um ditado que cabe muito bem ao apoio da família e demais pessoas. "quem convive com urubu nunca vai voar feito águia!"
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Jean, em um caminho em que tantos sentimentos são parecidos, é comum que pensemos de forma similar. Bom ditado. Abraço e sucesso.
  • 04/08/2013 - Ana Zilda
    Ao ler artigos como esse não tenho como não me constranger a deixar meu PARABÉNS pela iniciativa. Sucesso!!
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Ana Zilda, muito obrigado. Vejo que você tem estado conosco aqui na jornada e agradeço a presença. Abraço e sucesso,
  • 04/08/2013 - Bruno Cardoso
    Fernando, não imaginei que minha ideia fosse virar um artigo tão fera. Muito obrigado pelas palavras, e hoje faço minhas as suas.
    Parabéns pelo trabalho. Grande abraço.
    obs. estou repassando a carta agora para minha namorada...
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Bruno, eu que agradeço pela ideia. Continue conosco por aqui e desejo sucesso nas suas negociações familiares. Abraço,
  • 04/08/2013 - Maria Dresch
    Prof! Sensacional!!! Conseguiste "materializar" os sentimentos de tantos concursandos. Quem realmente se dedica aos concursos certamente passou ou passará por estes momentos e mensagens como as suas auxiliam muito a enfrentá-los. Parabéns e obrigada por compartilhar todos estes textos.
  • 04/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Maria, é verdade. A caminhada é longa, e eventualmente encontraremos algumas dessas coisas. Obrigado por comentar. Abraço e sucesso,
  • 04/08/2013 - ROBERSON DO VALE
    ...só concurseiro pra entender concurseiro. meus familiares SEMPRE me ajudam. até quando me criticam. valeu mais uma vez prof.!!!
  • 07/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Roberson, que beleza! Dê-lhes a devida importância e atenção sempre que necessário. Abraço e bons estudos.
  • 04/08/2013 - Isabel
    Parabéns, Fernando!!! Seu trabalho é um exemplo e fonte de inspiração para nós concursandos. Aprecio seus artigos. Essa carta me trouxe lágrimas aos olhos. Muito obrigada! Abraços.
  • 05/08/2013 - Prof Fernando Mesquita
    Isabel, obrigado pela participação. O texto foi intenso para mim também. Fique firme na luta. Abraço,
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